merchandising paga bem

O anúncio da transferência de Cristiano Ronaldo do Manchestar para o Real Madrid por 94 milhões de euros, deixa dirigentes desportivos e políticos de todo o mundo de boca aberta. A reacção varia entre a dor de corno e o espanto.
Isto é que vai uma crise?
Florentino Pérez que retomou a presidência do Real Madrid, usa da sua influência e crédito na praça para investimentos desta natureza e se consta que a banca colocou à disposição 260 milhões de euros para as aventuras do rapaz, resta perguntar porquê? Simples, o investimento acaba por sair a custo zero aos cofres do clube, senão com lucros fabulosos.


Um dos principais vectores utilizados é o "merchandising" e a imagem dos jogadores. Só depois vêm os resultados desportivos, transferências e os rios de dinheiro que as competições concedem aos melhores. Mais simples que isto não há, simples, fácil e dá milhões.
Por cá uma parceria com nuestros hermanos pela mão de Javier Murugarren foi altamente contestada e os seus serviços acabaram por ser dispensados.
Não vou insistir no capítulo de transferência para não repisar temas sobre os 43 jogadores contratados no Belenenses na época passada e a percentagem de pernas de pau que não valem um fósforo, porque ainda teria que lembrar os esquecidos que Cabral Ferreira terá feito o maior encaixe da história do clube, para não arriscar que só ele conseguiu fazer entrar um valor superior que o resto dos dirigentes da história do clube todos somados.
Uno passito para trás nesta história e Cristiano Ronaldo faz a alegria da imprensa desportiva, sensacionalista e até generalista com as bonecas de LA. Desde as visitas à paixão do momento, Paris Hilton que por sinal tem boas e arejadas amigas, como o comprovam os jornais de estilo, neste caso Britney Spears. Não tarda nada a Hola vai deixar de ser revista de dentista e até no talho a poderemos encontrar.
Na selecção é que a história "pia mais fino", aquilo só dá uns trocados e selecção luso-brasileira não dá pica. Não será com os prémios que se pode gastar 14 000 euros para pagar um copo a uma míuda. Ficamos como o Vilarinho, aquilo não nos diz nada.

E uno passito adelante, está a realidade do Belenenses ( Zé Pedro não te vás já embora), o merchandising do Belenenses é de fugir, desde os pontos de venda, à gama dos produtos, às cores e ao design. Por esta altura devia estar em SALDOS a antiga colecção e a caminho a presentação em força da nova de modo a que a estação balnear veja as nossas cores com abundância.

Uma campanha no estilo sugerido deste trabalho da Filipa Paixão e bom gosto nos produtos, de modo a contrariar a pulverização de equipamentos usados velos veraneantes no período estival.
As vantagens são elementares, apesar de não se situarem nos patamares do Real Madrid, apoiam na divulgação do clube para além das receitas que não são de desprezar.
Urge trabalhar esta vertente e não a deixar para o início do campeonato.
Isto é que vai uma crise?
Florentino Pérez que retomou a presidência do Real Madrid, usa da sua influência e crédito na praça para investimentos desta natureza e se consta que a banca colocou à disposição 260 milhões de euros para as aventuras do rapaz, resta perguntar porquê? Simples, o investimento acaba por sair a custo zero aos cofres do clube, senão com lucros fabulosos.


Um dos principais vectores utilizados é o "merchandising" e a imagem dos jogadores. Só depois vêm os resultados desportivos, transferências e os rios de dinheiro que as competições concedem aos melhores. Mais simples que isto não há, simples, fácil e dá milhões.
Por cá uma parceria com nuestros hermanos pela mão de Javier Murugarren foi altamente contestada e os seus serviços acabaram por ser dispensados.
Não vou insistir no capítulo de transferência para não repisar temas sobre os 43 jogadores contratados no Belenenses na época passada e a percentagem de pernas de pau que não valem um fósforo, porque ainda teria que lembrar os esquecidos que Cabral Ferreira terá feito o maior encaixe da história do clube, para não arriscar que só ele conseguiu fazer entrar um valor superior que o resto dos dirigentes da história do clube todos somados.
Uno passito para trás nesta história e Cristiano Ronaldo faz a alegria da imprensa desportiva, sensacionalista e até generalista com as bonecas de LA. Desde as visitas à paixão do momento, Paris Hilton que por sinal tem boas e arejadas amigas, como o comprovam os jornais de estilo, neste caso Britney Spears. Não tarda nada a Hola vai deixar de ser revista de dentista e até no talho a poderemos encontrar.
Na selecção é que a história "pia mais fino", aquilo só dá uns trocados e selecção luso-brasileira não dá pica. Não será com os prémios que se pode gastar 14 000 euros para pagar um copo a uma míuda. Ficamos como o Vilarinho, aquilo não nos diz nada.

E uno passito adelante, está a realidade do Belenenses ( Zé Pedro não te vás já embora), o merchandising do Belenenses é de fugir, desde os pontos de venda, à gama dos produtos, às cores e ao design. Por esta altura devia estar em SALDOS a antiga colecção e a caminho a presentação em força da nova de modo a que a estação balnear veja as nossas cores com abundância.

Uma campanha no estilo sugerido deste trabalho da Filipa Paixão e bom gosto nos produtos, de modo a contrariar a pulverização de equipamentos usados velos veraneantes no período estival.
As vantagens são elementares, apesar de não se situarem nos patamares do Real Madrid, apoiam na divulgação do clube para além das receitas que não são de desprezar.
Urge trabalhar esta vertente e não a deixar para o início do campeonato.
Etiquetas: Merchandising


5:27 da tarde


































