O merchandising dos maiores clubes Europeus
De acordo com um estudo da SPORT+MARKT e da PR Marketing European Football Mechandising Report, os clubes da Premier League vão à frente no ranking de clubes que mais receitas geram com o merchandising. A média de receitas com o merchandising dos clubes Ingleses cifra-se em 8.6 milhões de Euros, em Espanha a média é de 7.3 milhões de Euros, na Alemanha de 7.1 milhões de Euros, tendo os clubes Italianos e Franceses um valor médio igual de 3.2 milhões de Euros. Quanto à Holanda, os 6 maiores clubes do país têm em média uma receita de 3.6 milhões de Euros e em Portugal os 3 grandes geram em média 1.8 milhões de Euros.1. – Premier League (Inglaterra) – 171 milhões de Euros (média/clube 8.6 m/€)
2. – Liga BBVA (Espanha) – 145 milhões de Euros (média/clube 7.3 m/€)
3. – Bundesliga (Alemanha) – 127 milhões de Euros (média/clube 7.1 m/€)
4. – Série A (Itália) – 64 milhões de Euros (média/clube 3.2 m/€)
5. – Ligue 1 (França) – 64 milhões de Euros (média/clube 3.2 m/€)
6. – Eredividie (Holanda) – 22 milhões de Euros (6 maiores clubes/média 3.6 m/€)
7. – Liga Sagres (Portugal) – 5.5 milhões de Euros (3 maiores clubes)
De acordo com os autores do estudo, os factores mais significativos para o sucesso de um clube ao nível do merchandising, passam pelo sucesso desportivo, tamanho do mercado doméstico, número de adeptos dentro e fora do país e pelas as estruturas profissionais de merchandising. No entanto as receitas geradas em dias de jogo são a chave para o sucesso dos clubes. Os 116 clubes do estudo, alcançam em média 5.3 milhões de Euros, com cerca de 20 clubes com uma média de receitas superiores de 21.2 milhões de Euros e 96 com que geram cerca de 2 milhões de Euros. Quanto aos clubes Portugueses, o clube que mais receitas de merchandising gera é o Benfica com 2.4 milhões de Euros anuais.
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Eis a mascote natural do Belenenses
Já dei conta que ainda não está resolvida uma simples questão que se quiz complicar: a criação de uma mascote. Vai daí, pede-se aos sócios um contributo para o efeito, determinando que cada cabeça suasentença, e lá vão aparecer n mascotes a concurso.
Não pode ser!
E não pode ser porque nestas coisas há que afinar a mascote pelos símbolos históricos do Clube de Futebol "Os Belenenses".
Querem melhor que a nossa Torre de Belém?
A Torre de Belém já tem servido, inclusivé, para mascote de uma modalidade amadora, para campanha de angariação de fundos de uma das candidaturas de Mário Rosa Freire.
Enfim. existe já uma afinidade da Torre de Belém ao nosso Belenenses que passa, também pelo tabaco.
Explico.
Quando a Tabaqueira lançou as marcas Porto e, depois, Benfica e Sporting, houve um dirigente do Belenenses que sugeriu a essa empresa a criação da marca Belenenses, tendo a Tabaqueira respondido que tal já está feito no Português Suave com a aposição da Torre de Belém, dado que quando tal marca foi lançada nem sequer tal tinha a aposição da Torre de Belém.
Portanto, andamos nós para aqui, para a esquerda e para a direita a inventar o que já está inventado: a Torre de Belém!!!
Agora, veja em baixo o que Torre de Belém pode suscitar em matéria de merchandising.
Mateial escolar, legos ou puzzles e por aí fora.
De resto, compreedo muito maal que se queira introduzir uma mascote que não se inditifique com a realidade do Beleneneses, do meio em que está inserido, ou dos símbolos que caracterizam quer o Belenenees, quer a Torrre de Belém, porque se formos a ver há um traço de união entre os nossos símbolos e a Torre corporizada na Cruz de Cristo, dos quais somos, ambos, paladinos da sua disseminação.
Que melhor meio em transformar esta real mascote, que não oferece dúvidas ou suscita questão entre os adeptos, para tranformar este "objecto" em algo que se pode vender de todas as maneiras e feitios.
Basta ver os exemplos que a pesquisa pelo Google nos traz num repente e nos lembrarmos nas múltiplas formas de o colocar à venda.
Torre de Belém, vista aérea
Torre de Belém em selo de correio

Torre de Belém em material escolar

Torre de Belém em Lego
Podia ser em puzzle
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A promoção da marca do Belenenses

O Marketing e o Merchandising, como bem sabemos, são duas realidades que estão quase ausentes quer da estrura orgânico-funcional do Clube, quer da realidade prática.Passam-se anos sobre anos, com tudo quanto é mundo a evoluir a uma velocidade astronómica e cada vez mais difícil de mensurar, tal é a concorrência feroz que existe entre empresas dedicadas ao mesmo ramo de actividade e afins, sendo certo que desde o mais simples ao mais imponente clube em Portugal, não se deixa de fazer qualquer coisa para promover o nome dos respectivos clubes.
A feitura e a venda de camiosolas, porta-chaves, canivetes, cahecóis e galhardetes é a coisa mais simplória que qualquer clube pode e deve mandar fazer para fazer circular o clube pelas ruas das cidades e das aldeias. Não há quem não o faça.
O Belenenses é um caso raro em muitas coisas, desde o pensar que é muito rico em ter 600 modalidades, em pensar que ainda é grande, porque já o foi, em pensar que a sombra da História desportiva abafa os nossos actuais inêxitos e o de pensar que há-de haver sempre alguém que faça por nós aquilo que nós não fazemos por nós.
Sempre aqui tenho dito que a imagem que tenho dos nossos dirigentes é a de continuarem sentados no cadeirão do Restelo, de perna traçada, bebendo um whisky ou uma limonada, esperando que o trablaho chegue feito até eles. Até aquele que eles nem imaginam ser necessário lhes chega sem se fazer uso do...trabalho.
Esta é a idéia genérica que tenho dos nossos dirigentes que está até bem sintetizada pelo simples facto deles se comglumerarem à sombra do conselho de anciãos, órgão perfeitamente ineficaz e motidavor dum liasser-faire laisser-passer, onde os vocábulos progresso, modernidade, computador ou as siglas USB, UE devem constituir a referência a obcesnidades puníveis pela lei sapateiro que os meus pai utilizavam quando eu ou o meu irmão nos descaíamos em largar um vocábulo menos de acordo com a praxis de então.
Farto-me de dara voltas e mais voltas para tentar perceber a razão pea qual podendo fazer-se dinheiro, abdicamos da tais receitas.
Farto-me de interrogar a razão pela qual não contratatamos com um grupo empresarial para lançar uma linha de produtos que articule o nome Belenenses ao meio físico e à epopeia dos Descobrimentos.
Farto-me de interrogar da razão de a Loja Azul ser uma autêntica miragem.
Interrogo-me da razão pela qual não aproveitamos a existência de nomes sonantes do mundo do espectáculo, da polítioca e do desporto para corporizar o lançamento de uma grelha de produtos que surjam,num repnete, nas lojas de desporto, numa Sportzone, numa Decathlon e por aí fora.

Fui pesquisar os nomes que ao longo dos anos vestiram as nossas cores e dá para chorar não se aproveitar um só deles, salvo um momento em que o Cabral Ferreira gerou a idéia do patrocínio de modalidades mediante figuras públicas ligadas essencialmente ao meio musical e artístico.
Veja-se a este propósito a lista que aleatotriamente aqui reproduzo, sem desprimor para os ausentes:
Músicos:
Amália Rodrigues (sem dúvida a mais famosa cantora portuguesa de sempre); Lucinda do Carmo; Carlos do Carmo; João Pedro Pais; Luís Represas (ex-Trovante); Frederico de Freitas (Maestro); Gonçalo da Câmara Pereira; Mirita Casimiro; Pedro Barroso; Tony de Matos; Carlos Alberto Moniz.
Actores, e/ou Escritores e/ou Jornalistas e/ou figuras do Espectáculo:
Albano Homem de Mello, José António Saraiva (ex-Director do Expresso); Badaró; Baptista Bastos; Fernando Ferrão; Francisco Nicholson; Henrique Mendes; Homero Serpa; Humberto Madeira; Jacinto Ramos; João Villaret; Marina Tavares Dias; Pedro Homem de Mello; Raúl Solnado; João Didelet; Sónia Brazão; Sara Santos (Miss Playboy TV Portugal 2006); Filipa Paixão (vencedora do casting FHM de 2006); Hugo Sequeira (Actor de teatro, cinema e televisão); Vítor Ennes (Actor e Modelo); Margarida Pinto Correia (Jornalista e Escritora); Cristina Areia (Actriz).
Políticos:
Américo Tomás (ex-Presidente da República); Teixeira Gomes (ex-Presidente da República).
Nota: O facto de um Presidente da República do Estado Novo e de um Presidente da I República terem sido adeptos e sócios do Belenenses desde logo desmente a alegada relação privilegiada do Belenenses com o Estado Novo. De resto, o Belenenses foi 3 vezes Campeão de Portugal antes de Salazar se ter tornado presidente do Conselho, não se conhecendo, aliás, qualquer simpatia clubística da sua parte. Figuras gradas do regime caído em 25 de Abril existiram nos quadros dirigentes de todos os principais clubes portugueses. De resto, o modo como o Belenenses obteve e perdeu tanto as Salésias como o Restelo mostram que foi preterido - e não beneficiado - em comparação com os outros maiores clubes lisboetas (Benfica e Sporting). Também foram seus e só seus os três jogadores que se recusaram a fazer a saudação fascista num jogo com a Espanha: Mariano Amaro, Artur Quaresma e José Simões. Clube plural, há no Belenenses pessoas de direita como de esquerda, como das diferentes opções religiosas e filosóficas ou de distintos estratos sociais.
Outras figuras da política:
António Pinto Leite (ex-deputado pelo PSD); Baltasar Rebelo de Sousa (Ex-Ministro); Carlos Sousa (ex-Presidente da Câmara de Setúbal e antes de Palmela pelo PCP - CDU); Idália Moniz (Secretária de Estado); João Luís Moura (Governador Civil de Lisboa); João Pinho de Almeida (deputado da Assembleia da República pelo CDS); Luís Nobre Guedes (ex-Ministro e ex-deputado pelo CDS); Manuel Sérgio (deputado da Assembleia da República pelo PSN); Marcelino Marques (da Comissão Coordenadora que preparou o 25 de Abril); Mário Duarte (embaixador); Soares Carneiro (candidato à Presidência da República e ex-Chefe do Estado Maior das Forças Armadas); Vale Guimarães (Governador Civil de Aveiro); António Nunes (Presidente da ASAE).
Desporto:
António Livramento (melhor jogador do mundo de Hóquei em Patins de todos os tempos); Filipe Gaidão (Hóquei em Patins); João Pinto (Andebol); Paulo Simão (jogador com mais internacionalizações em Basquetebol); Salvador do Carmo (Seleccionador Nacional e Presidente do Clube); José Maria Antunes (Seleccionador Nacional); Gomes da Silva (Coordenador da Selecção Nacional no Mundial de 1966); Humberto Fraga Fernandes (Presidente do Odivelas FC); Décio de Freitas (árbitro); Jorge Coroado (árbitro internacional); Luís Santos (ex-Presidente da Federação Portuguesa de Andebol e da Confederação Portuguesa de Desportos); Homero Serpa (Jornalista do Jornal "A Bola"); Vítor Serpa (Director do jornal "A Bola"); Alexandre Pais (Director do jornal "Record"); Hélio Nascimento (jornalista do Jornal "Record"); Ayrton Senna da Silva (Piloto de F1).
CONCLUÍNDO:
1. Apenas por preguiça não investimos seriamente no merchandising;
2. Apenas por má interpretção dos tempos que vivemos, não temos uma política de marketing que realce as nosass imagens em todo o país (outdoors, spots publicitátrios, conferências de imprenas, workshsops com jornalistas, seminários, etc)
3. Estando a nossa tesourria no limiar das nosas despesas, menos entendo uma aposta clara e sustentada numa política de venda de produtos numa relação de sócio/adepto/cliente.
4. É aperentemente fácil a feitura de kits de época. Porque não os produzimos e os vendemos, realizando uma importante receita na altura das contratações?
5. Porque não pedimos directamente aos ex-sócios que voltem para a nossa Família, através de garantias reais extensíveis ao universo familiar?
Nota Final: Numa das cadeiras do meu curso de Economia, um dos meus professores justificou à data (finais dos anos 60 e inícioo dos anos 70) a existência do marketing e promoção dos produtos, justificando tal medida com o seguinte exemplo: um produto vende-se sempre, mal ou bem, vende-se, mas se não for colocado à venda de certeza que não se vende...
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A Cruz de Cristo regressa
Nem uns , nem outra, respeitam as tradições das cores base do Belenenses.
Nós sempre fomos conhecidos pelos Azuis do Restelo ou simplesmente os azuis.
Os tipos do Porto ainda secam mais coisas que os eucalitos da 2ª Circular, porque ao consguirem impor serem eles conhecidos pelos azuis em oposição aos verdes e aos encarnados, lixaram-nos a forma mais bonita como somos ou éramos conhecidos - os azuis do Restelo, um pouco porque também nmos deixámos abafar, e como esta coisa dos equipamentos cada um sua sentença, sem se obedecer um critério, tem sido algo que me perturba, por desrespieto ás tradições do Belenenses.
Se fomos sempre azuis escuros? Basicamente, desde que me conheço que o nosso azul é o azul atlântico que até confere com o meio ambiente da nossa inserção física.
Estas variações com o azul bébé deixam-me irritado, e mais irritado fico quando não se sabe discutir ou negociar com os ptrocinadores imagens s pouco abonatórias para o nosso equipamento como foi o caso do "ovo estrelado" ou, ainda, como aquele equipamento cor de laranja, sei lá se para fazer o jeito a gostos partidários que por lá abundam(vam).
Pintar o estádio com azul bébé, idem idem.
Depois, veio a estória dos fugitivos anadarem por cá a tirar nossa tradicional Cruz de Cristo e meterem o emblema normal, ainda por cima no meio da camisola. Não que tenha algo contra o emblema. Não, não é isso, porque o nosso emblema até é lindo, mas a Cruz de Cristo é bem mais linda. E tradicional. Ou queremos deixar de ser conhecidos pelos homens da Cruz de Cristo?
E tem mais, a nossa Cruz de Cristo tem base histórica (Descobrimentos) e uma base religisosa (a Ordem da Cruz de Cristo). Por estas e outras, os estilistas da moda andam a cobiçar a Cruz ue usamos, como foi o caso da colecção de Inverno de 2008 de Nuno Gama.
É bem verdade que não podemos patentear a Cruz da Ordem de Cristo, mas o nosso emblema pode e deve ser patebteado. Assim como a asociação das respectivas cores base.
Este blogue depois de ver mais este assassinado da Imagem do Clube, resolveu passar a adoptar a Cruz de Cristo en diverass refrências e assim continuo até que a Cruz de Cristo regresse definitamente em todos os equipamentos ao lado esquerdo da camisola e não somente a um dos alternativos.
Falando um pouco mais a sério. Se aquilo fosse pensado para vender camisolas, talvez houvesse mais perocupação e cuidado nestas coisas, mas como o objectivo não é vender é dar a ganhar um contrato à Lacatoni, batatas.

Assim, ás tantas deixaram a Lacatoni decidir como é que eles metiam o nosso símbolo, pouco importando se à esquerda, direita ou meio da camisola.
Não temos merchandising, coisa que muito não nos preocupa.Sobre esse aspecto, tive oportunidade de referir ao nosso presidente da vital importância em obtermos receitas suplementars via merchandising e que não se pense que o merchandising se resume avender acmisolas. Não, sempre defendi a criação de uam linha de produtos com o cruzaemnto dos nossos símbolso asociado aos Descobrimentos e ao meio físico onde nos inserimos.
Sou, por exemplo, um coleccionador de peças alusivas ao mar: barcos, caravelas, veleiros, equipamento marítimo, padrões de descobrimentos (daqueles que os nossops descobridores íam planatndo em cada terra que descobriam) e por aí fora. Imagine-se, só por aqui, qual o volume de receita não passaria a entrar directamente noss nossos cofres. Isto, porque sei que malucos como eu pelas coisas do mar há aos montes.
Aquilo não é, mesmo, para vender, para quê chatarmo-nos?
Bem fiz em ficar com a camisola da Umbro que já tem uns anitos e já não me serve, mas é linda com aqueles cordões brancos em forma de atacador. Pena tive eu de não conseguir o equipamento negro, alternativo, esse sim muito bonito.
E bem fiz em ter ficado com um equipamento do Marco Aurélio, todo ele em azul escuro.
Tinha visto no jornal, após a confirmação do ingresso do de um dos primeiros regorços da época cá para o sítio que o treinador exibia uma fato de treino com o emblema completo do Belenenses.
Essa coisa do emblema completo foi mais uma das férteis imaginações de "inovação" do fugitivo-mor, que percebia tanto disto como um burro a olhar para um palácio.
Eram asneiras em cima umas das outras, qual delas a fazer concorrência à outra.
Lá fiquei em brasa, porque aquilo continua a ser da Lacatoni, embora se tivesse falado em outra marca, e pensei cá para os meus botões que aquela malta teria de me aturar.
O mal não está em ser da Lacatoni, o mal está no facto da Lacatoni não ter uma rede de venda de produtos dos clubes que compram as camisolas a essa empresa. talvez isso nos fique mais baarto na aquisição. E será que aqui o barato não sairá caro? Caramba, são anos a fio sem fazer dinheiro na venda de camisolas. Porquê? Alguém em sabe explicar?
Em casa, com mais vagar, lá vi que o nosso equipamento vai a voltar a exibir a tradicional Cruz de Cristo ao peito, porque é assim que somos conhecidos, o Clube da Cruz de Cristo, o clube que mais carrega uma cruz.
Seja, bem vinda a esta casa que é a sua, D. Cruz de Cristo.
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O que fazem os Vices?
Naturalmente sou a favor que os mandatos se cumpram até ao fim desde que haja condições e a excepção que tem sido regra terá que ver o seu ciclo interrompido sob pena de termos que constituir uma comissão para entregar a chave ao governador civil.
Viana de Carvalho é o meu presidente (e de todos os Belenenses ou devia ser), tem a minha confiança o que não quer dizer que concorde com toda a sua política.

Não concordo por exemplo com o pré-anúncio da tal gala para distribuição dos prémios Artur José Pereira, porque entendo que o clube está teso e não são festas de salão para meia dúzia em cascos de rolha que dão aos associados e famílias o sentimento de pertença a um grande clube.
Festas e aproveitamento da oportunidade para mostrar à comunidade a força do Belenenses serão manifestações como a “corrida das Salésias” onde os Belenenses se encontram para reafirmar a sua condição e amor à camisola. Os Belenenses estão dispostos a pagar para isso como o demonstraram nas duas edições, com almoço ou não. Será por outro lado a demonstração do nosso interesse na recuperação do espaço, assim seja desenvolvido pela direção.
Dos prémios ocorre-me que irá haver desaguizado, porque não será admissível que não seja atribuído o prémio de melhor dirigente a outro que não a Cabral Ferreira, como já o foi reconhecido pelas entidades nacionais, como a melhor atleta não pode deixar de ser a olímpica Daniela Inácio, o melhor jogador de futebol Zé Pedro, a melhor equipa ou a de voleibol ou do rugby, os campeões nacionais do ano. O sócio do ano será um pincel de todo o tamanho.

Façam a coisa lá pelo Acácio Rosa com serviço de catering e serviço contratado que talvez se safem, porque as organizações dos vice-presidentes ficam muito a desejar.
A propósito dos vices não sei ao certo o que andam lá a fazer e que trabalho têm produzido, excepção feita a Miguel Ferreira e ao Ricardo Ferreira que aproveitou a porta aberta da entrada para sair.
A nível de site oficial melhorou a introdução dos artigos e alguma oportunidade na publicação, mas a miséria do site e volume da informação não deixou de ser franciscana, bem pior que a do amigo Fiúza.

A loja azul que nem era para abrir e só abriu porque um elemento da fúria chamou a atenção do presidente, lá abriu e digo eu nem devia ter aberto, porque não há uma camisola deste ano, uns calções do Belenenses, um polo branco do Belenenses (esta dos calções e do polo hão-de levar com eles até eu ter o que quero), enfim nada desta época e da época passada umas camisolas alternativas tamanho S, de resto material que não se vendeu nos saldos de há 2 anos. Coitada da Susana que contrariada para lá foi deslocada para vender “nada” e ainda por cima levar com os sócios.
Como já abordei este assunto e continuarei a abordar não vale a pena insistir por agora.
A fúria que bem podia ser uma alternativa na venda de souvenires, porque o sabe fazer e não me acredito que não precise de umas coroas, também não tirou partido da situação. Aliás, como as próprias modalidades podiam ter a iniciativa de se auto-promover, mas isso dá trabalho e as receitas não são grandes. Mas isto não é da responsabilidade dos vices.
No que se refere às instalações em três meses não deve ter sido metido um prego ou substituída uma torneira.
Publicidade no estádio, praticamente só “Giovanni galli” que por azar é a pior colocada nas barracas que tiram a visibilidade do terreno de jogo, resta saber se é paga porque a avaliar pelas camisolas também não renovou. Portanto concluo, publicidade no estádio e nas camisolas não está contratualizada, o resto dos suportes não sei.
Tal como as barracas dos bancos, as carripanas das macas que deviam chegar-se para trás, continuam quase em cima da linha a tirar a visibilidade, como um grupo de pessoal cuja missão tenho sérias dúvidas que seja justificada.

Aquela passadeira que até foi transformada em banquinho, até que pode lá ficar porque assim os rapazes sentam-se nela e deixam ver o jogo.
Claro que a organização deste jogo deixou muito a desejar, desde não haver apanha bolas e ter que se andar a arrebanhar míudos para fazer as vezes.
Na bilhética a enormidade foi total. O Barbosa resolvia tudo com convites e pagava a quota azul, com esta direção a quota azul que tem três bilhetes por jogo, excepto taças, ficou a saber que os seus convidados teriam de pagar pela medida grande, como acompanhantes. Está errado e é uma fraude para quem anda a pagar 25 euros por mês desde Maio sem ver um jogo. Senão sabem tipificar as classes de bilhetes vão ver como se fazia antigamente.
Assim sendo, pergunto-me o que andaram a fazer os vices nestes três meses 1/8 do mandato?
E por hoje por aqui me fico.
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A Cruz de Cristo

Os cavaleiros templários de mantos brancos com a cruz vermelha, seriam à época as melhores forças de combate entre as Ordens Militares e os membros não-combatentes geriam um enorme património em toda Cristandade, pouco condizente com a sua designação de “pobres cavaleiros”. Foram eles que criaram as técnicas financeiras que constituíam o início do sistema bancário que permitiu erguer fortificações por toda a Europa e a Terra Santa.O rei Filipe IV de França, endividado com a Ordem, conseguiu que o Papa Clemente V em 1312 a dissolvesse.
Ora D. Diniz que reinava em Portugal não esteve pelos ajustes das acusações e perseguições papais à Ordem dos Templários e em 1319 conseguiu a criação da Ordem da Cruz de Cristo, entregando-lhe os bens dos Templários que o mesmo será dizer que lhe trocou o nome à Ordem após inquirir de havia algo que se lhe apontasse, e foi declarou que os cavaleiros da Ordem do Templo em Portugal estavam inocentes.
Vários símbolos foram utilizados pelos Templários, sendo o mais comum a cruz ancorada. O símbolo da Ordem de Cristo, é a mesma cruz vermelha de braços abertos, sobre a qual foi colocada uma cruz grega branca que na cristandade é sinal de inocência ou pureza.
A Ordem de Cristo, rica e poderosa, patrocinou as grandes navegações lusitanas. A cruz de Cristo foi o estandarte da Ordem que o reproduziu no traje, na arquitectura e a pintou nas velas das naus, esculpiu nos padrões de um lado e o escudo português do outro.
A cruz também sofreu derivações mas há uma derivação que é incorrecta, trata-se da cruz de Cristo com braços de tamanhos diferentes, como se fosse um crucifixo. Ou seja: A cruz deve ter os braços iguais, porque originalmente ela se baseia no desenho octogonal da nave principal do antigo templo de Jerusalém.Isto tudo, para explicar que a cruz interior (a branca) não pode ter os braços abertos, porque senão não é uma cruz grega e as cores da cruz têm que ser o vermelho na cruz maior (a de braços abertos) e o branco na cruz interior sobreposta (a cruz grega).
Contamos então com duas cruzes na formação da Cruz de Cristo e como não há duas sem três, o Belenenses acrescentou o sautor que o mesmo é dizer que utilizou a cruz de Santo André, um simbolo heráldico em forma de X ou cruz na diagonal.
Este sautor que aparece no emblema de forma regular usa a sua forma diagonal na bandeira quebrando a geometria e marcando a sua natureza. O símbolo em azul aparece isolado na bandeira da armada russa ou em composição em numerosas bandeiras, como a da confederação de estados americanos, Nova Escócia (Canadá), etc.
Como já foi dito, a cruz parte da geometria do templo de Salomão, portanto octogonal, todavia a sua construção passa por três octogonos como iremos ver na sua construção.
Um octógono que geometricamente se pode definir de múltiplas maneiras, desde a régua e um compasso ou esquadro de 45º, por comodidade obtemo-lo com a sobreposição de dois quadrados concêntricos, sendo um rodado 45º. Unindo cada vértice de um lado ao vértice correspondente do lado paralelo, obtemos na intercepção os pontos verdes que formam um segundo octógono. Ligando-os e prolongando-os encontramos a intercepção que formam os braços e nascem as serifas assinaladas com pontos amarelos. A ligação dos pontos verdes aos seus opostos formarão um terceiro octógono que marca a “largura” da cruz grega a branco que se estende até a uma linha que une as serifas do braço.As variantes que aumentam ou prolongam as serifas devem-se a estilizações devido ao suporte, por exemplo, a utilização em suporte esférico ou arredondado sofre alterações para uma melhor leitura como acontece ao planisfério, mas no nosso caso não faz sentido.
(clique nas imagens para melhor definição)
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Tubarões e Cruzados

Andava a direção à procura de uma mascote quiçá para dar ânimo ao "merchandising" ou para animar o espectáculo da modalidade futebol.Não será preciso imaginação nem grandes ousadias para animar as hostes, bastará querer e avançar que as idéias já por aí andam todas.
Sugerir uma cerimónia ao estilo do Levante com guerreiros perfilados em escadaria ao nível medieval, apenas faria sentido numa organização um pouco mais complexa. Temos uma escaria nobre que dá para muitas "coisas" e só é utilizada para distribuir prospectos nas campanhas com mais que um candidato.
A opção do cruzado será por mais que evidente se associarmos o conceito original de cavaleiro. Quem não gostaria de ver a equipa a evoluir no relvado com uma escolta de cruzados a cavalo?
Temos o motivo e uns danadinhos aqui ao lado que se pelam por coisas medievais.

Não será de todo despropositado umas boas coreografias com cavaleiros Templários ou melhor dizendo da ordem de Cristo, mas esta diferença cá a trarei um dia destes quando escrever qual é a verdadeira Cruz de Cristo, como se constrói e quais são os seus significados, coisa que parece que muito boa gente desconhece totalmente, mas sempre vai inventando na produção de artigos "oficiais".Para além do Cruzado sugeria o tubarão, afinal precisamos de imagens com força, temíveis, com bravura e símbolos indiscutíveis. Esta devemo-la ao arguído fiscal do extinto Estrela que fez o favor de nos catalogar como tubarões.
Com o palmarés de fazer inveja no domínio da água, melhor que o pacato e simpático golfinho, apenas o tubarão me agrada e um não implica a exclusão do outro.
E a propósito, uma campanha com uns Kits não dá para montar? Se por campanha entende-se a inclusão no site de uma mensagem, vai lá vai...
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Para que serve uma marca?
A realidade neste aspecto no que se refere ao futebol vai tendo modas ao sabor da deslocação de alguns jogadores portugueses que fazem o momento, mas nem sempre, Mourinho encheu as prateleiras de camisolas do Chelsea. Figo e Cristiano Ronaldo espalhavam as suas cores no ano passado, deixando o espaço este ano como coutada do CR9.
O Belenenses tem descurado esta vertente sistematicamente ao longo dos anos e os efeitos não serão apenas no domínio das receitas. Um bom adepto gosta de usar as cores do seu clube e se mais não fôr para não se ficar a trás ou fazer pirraça ao parceiro.
Quem não se lembra das feiras regionais de outros tempos não muito longinquos onde se podia comprar um prato, um copo, um gorro, uma t-shirt, enfim qualquer artigo dedicado ao futebol, com o emblema do Belenenses?
Qualquer adepto que se preze há-de ter lá para casa um azulejo, um apito, um cinzeiro, enfim uma série de objectos que o identifica com o clube.
Se era assim porque é que deixou de ser?
Nos lugares de veraneio deparamo-nos frequentemente com escolhas que nada têm a ver com o nosso clube e variam entre os clubes do costume, a seleção luso-brasileira e o Real Madrid (CR9).
Fora deste tema umas salioiadas americanas, os artigos tipo militar ou outros abichanados.
Ainda gostava de perceber qual o motivo de não estarmos associados às Adidas, Nike ou fornecedor desta grandeza que tradicionalmente apresentam coleções bem elaboradas com cuidado no desenho e qualidade na produção, enquanto optamos por fornecedores sem qualidade, variedade e muitas vezes a preços proíbitivos.
Ignoro se a fatia de leão destas vendas vai para algum intermediário e pouco me importa, como nem quero saber se quem compra os equipamentos são ingleses, alemães, espanhóis ou portugueses, porque o que é certo é que eles vendem e estão em todo o lado.
Desisti de contar os estabelecimentos que os possuem numa simples avenida da Praia da Rocha, mas posso garantir que serão muitos e só no espaço de 30 metros do local onde estou vejo três abertos desde manhã até altas horas.
E não se pense que são só camisolas e calções, incluindo alternativos, são também bonés, bolas, pines, porta-chaves, cacetes, baldes para a praia, óculos de mergulho, pranchas, etc. enfim um mundo de produtos que ocupam espaços significativos das lojas e se lá estão é porque têm procura.
Escusado será dizer que do Belenenses perguntar se há é piada.
Para quando uma verdadeira aposta no merchandising?
(Pode clicar nas imagens para aumentar)
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merchandising paga bem

Isto é que vai uma crise?
Florentino Pérez que retomou a presidência do Real Madrid, usa da sua influência e crédito na praça para investimentos desta natureza e se consta que a banca colocou à disposição 260 milhões de euros para as aventuras do rapaz, resta perguntar porquê? Simples, o investimento acaba por sair a custo zero aos cofres do clube, senão com lucros fabulosos.


Um dos principais vectores utilizados é o "merchandising" e a imagem dos jogadores. Só depois vêm os resultados desportivos, transferências e os rios de dinheiro que as competições concedem aos melhores. Mais simples que isto não há, simples, fácil e dá milhões.
Por cá uma parceria com nuestros hermanos pela mão de Javier Murugarren foi altamente contestada e os seus serviços acabaram por ser dispensados.
Não vou insistir no capítulo de transferência para não repisar temas sobre os 43 jogadores contratados no Belenenses na época passada e a percentagem de pernas de pau que não valem um fósforo, porque ainda teria que lembrar os esquecidos que Cabral Ferreira terá feito o maior encaixe da história do clube, para não arriscar que só ele conseguiu fazer entrar um valor superior que o resto dos dirigentes da história do clube todos somados.
Uno passito para trás nesta história e Cristiano Ronaldo faz a alegria da imprensa desportiva, sensacionalista e até generalista com as bonecas de LA. Desde as visitas à paixão do momento, Paris Hilton que por sinal tem boas e arejadas amigas, como o comprovam os jornais de estilo, neste caso Britney Spears. Não tarda nada a Hola vai deixar de ser revista de dentista e até no talho a poderemos encontrar.
Na selecção é que a história "pia mais fino", aquilo só dá uns trocados e selecção luso-brasileira não dá pica. Não será com os prémios que se pode gastar 14 000 euros para pagar um copo a uma míuda. Ficamos como o Vilarinho, aquilo não nos diz nada.

E uno passito adelante, está a realidade do Belenenses ( Zé Pedro não te vás já embora), o merchandising do Belenenses é de fugir, desde os pontos de venda, à gama dos produtos, às cores e ao design. Por esta altura devia estar em SALDOS a antiga colecção e a caminho a presentação em força da nova de modo a que a estação balnear veja as nossas cores com abundância.

Uma campanha no estilo sugerido deste trabalho da Filipa Paixão e bom gosto nos produtos, de modo a contrariar a pulverização de equipamentos usados velos veraneantes no período estival.
As vantagens são elementares, apesar de não se situarem nos patamares do Real Madrid, apoiam na divulgação do clube para além das receitas que não são de desprezar.
Urge trabalhar esta vertente e não a deixar para o início do campeonato.
Etiquetas: Merchandising

CML entrega valioso património ao Sporting
Notas Prévias:Em 13 de Novembro do ano passado publiquei aqui uma entrevista efectuada ao nosso consócio Luís Batista e entre as perguntas que lhe formulei, veio à baila, como não podia deixar de ser, a questão da rendibilização do Belenenses e a forma como poderemos aproveitar dinheiros extra para além das receitas habituais, as quais face ás tremendas responsabilidades assumidas de forma leviana por recentes direcção e CG deixam-nos com o credo na boca, volta que não volta.
Eis a questão e a resposta então formuladas a Luís Batista:
LO - Esta entrevista já vai longa, mas há algo que sempre me preocupou que consiste na rentabilização do património do Clube. Na sua opinião, temos Estádio a mais e campos a menos? De que forma adequaria os cerca de 13 hectares de terreno para deles rentabilizar em receitas próprias e permanentes? É adepto do projecto imobiliário dentro ou fora dos nossos terrenos desportivos, sendo certo que a autarquia lisboeta é devedora de lotes de terreno urbanizáveis?
Temos campos a menos isso é uma realidade, a nossa formação tem que trabalhar com dignidade, é a base de tudo em termos de futuro para a nossa SAD, é evidente que não é só campos que falta a formação é muito mais, mas isso era outra conversa.
LB - Eu não compro a conversa dos tais projectos imobiliários que aparecem sempre em alturas de eleições, é areia para os nossos olhos, porque só quem não esta dentro da realidade é que pode esperar que neste momento que a CML nos entregue de mão beijada lotes de terreno, isso só vai acontecer depois de muita luta com a Câmara
Temos que ser realistas, a CML neste momento não vai entregar nem um lote de 50m2, portanto só depois de sabermos o que temos é que podemos projectar.
Não acredito que seja autorizado alguma alteração ao Complexo do Restelo.
Honestamente, nesta questão não posso partilhar da opinião dele, uma vez que entendo que podem haver mil e uma soluções de índole urbanística que viabilizem o integral aproveitamento dos terrenos do Restelo, assim saibamos dotar aqueles espaços de actividades rentáveis e que se complementem umas com as outras, por forma a atrair gente ao Restelo.
Digamos, que seria necessário fazer uma espécie de plano director do Restelo (PDR), que seria a nossa cartilha de aproveitamento e ordenamento do terreno, o qual, no entanto, nececssitaria que alguém lá fizesse o necessário estudo de levantamento topográfico, coisa que Cabral Ferreira pensou fazer no ano antes de falecer convidando um associado a trabalhar gratuitamente para o efeito, coisa que eu sei ele ter aceite e cujos trabalhos, embora existentes, não estão a ser aproveitados para coisa nenhuma.
Isso é fundamental para licenciar as diversas construções que lá estão implantadas naqueles 13 hectares, dado que o pavilhão e as piscinas são absolutamente construções piratas. Apenas o Estádio está licenciado pela CML.
Sem um mínimo de credibilidade do que pretendemos fazer daqueles terrenos, ninguém nos deixa lá fazer coisa alguma e aqui terei de concordar parcialmente com o Luís Batista.
Todavia, o Belenenses precisa urgentemente de gerar novas fontes de receita para viabilizar o Clube e para credibilizar a SAD dotando-a dos activos nececssários à sua permamente renovação sem sobressaltos.
E isto não depende apenas das transferêncisa financeiras do Clube para a SAD, mas também da exploração possível dos produtos marca Belenenses via merchandising e, também, pela criação urgente de uma loja online, através de um renovado e sedutor site oficial, propondo desde já que as modalidades não possam gerar dinheiro através da contra manufactura de produtos de um símbolo patenteado que é caso do nosso emblema.
São assuntos que esta Diercção vai ter de implemntar, porque aquele leviano empréstimo vai entalar-nos a tesouraria durante bastante tempo. Tempo esse que não podemos perder.
Entretanto, os outros vão tendo da parte do Estado os habituais favores em cadeia, na atribuição de terrenos que envergonham uma sociedade democrática, gerando uma forte concorrência desleal entre clubes, como foi o recente caso de atribuição de valioso património pela CML ao Sporting.
Favores esses que nos concedem autoridade moral para reevindicar semelhante tratamento e para começar, podíam devolver-nos as Salésias, ou em alternativa, deve a DIrecção ponderar a instauração para ser apreciada em tribunal a leviandada do esbulho das Salésias e dos respectivos encargos financeiros , juros de mora e o demais legal, para além dos inquantificáveis prejuízos de ordem desportiva com repercussão na vida financeira.
A Câmara Municipal de Lisboa e o Sporting fecharam hoje um acordo de princípio que passa pela entrega de património edificado pertencente à edilidade ao clube para reabilitação urbana, anunciou António Costa. O presidente do município falava aos jornalistas no final de um almoço com a direcção cessante do Sporting, clube que elege sexta-feira os órgãos sociais para os próximos três anos.

Este acordo surgiu na sequência de uma decisão da câmara de inviabilizar a construção num lote que é propriedade do clube, situado junto ao antigo estádio José de Alvalade. Desse diferendo entre as partes surgiu um tribunal arbitral que veio dar razão ao clube, determinando que a edilidade, depois da avaliação dos terrenos em causa, cederia ao Sporting outros lotes com idêntico valor (cerca de 24 milhões de euros).
"Houve uma proposta interessante que nos foi apresentada", disse António Costa, esclarecendo que a mesma não passa pela entrega de terrenos ou dinheiro ao clube, "mas por um conjunto de prédios para reabilitação urbana", que será entregue ao clube, contribuindo para "saldar a dívida" ao Sporting e para "uma cidade mais reabilitada", cumprindo-se a decisão do tribunal arbitral.
Para o presidente, "a solução está encontrada", faltando agora "um trabalho minucioso" dos serviços da câmara e do clube na identificação de prédios e respectiva avaliação, para "se compor um pacote" e assim saldar-se "uma dívida" e fechar-se um "contencioso que importava encerrar". "Para o município é claramente uma boa solução", adiantou, acentuando que "o que estava em causa" era uma "avaliação correcta e de saber quais os montantes envolvidos e estabilizar os direitos que o Sporting tinha e que competia ao município honrar", assegurando que naquela zona de Alvalade "não se ia construir mais". E concluiu, referindo-se a Felipe Soares Franco: "Ao longo destes quase dois anos mantivemos uma excelente relação e penso que ele merecia que tudo tivesse ficado concluído até ao termo do mandato à frente do Sporting. Infelizmente não foi possível que assim fosse, mas o essencial da solução está encontrada, está estabilizada e agora e trabalho de casa passa por identificar os bens e avaliá-los".
O presidente cessante do Sporting, Felipe Soares Franco, esclareceu que, com esta solução, o clube pode fazer "uma de duas coisas: entregar a propriedade dos prédios para reabilitar aos bancos como dação (pagamento de dívida) ou reabilitar e realizar a sua mais valia, se tiver capacidade financeira para o fazer". "O entendimento está estabelecido. O Sporting vai receber com certeza entre 23 ou 24 milhões de euros. Embora não esteja assinado deixo um acordo de princípio para o futuro presidente do Sporting selar, se quiser. É um bom acordo ", disse.
Soares Franco adiantou que este acordo, conseguido com "um grande presidente de câmara que soube interpretar os interesses do município e do clube" foi um dos casos que mais o satisfez ao longo do seu mandato, por ser um "eterno problema do Sporting, com nove anos".
Data: Quinta-Feira, 4 Junho de 2009 - 20:27
Etiquetas: Concorrência Desleal, Merchandising, Património

A Cruz de Cristo vende bem


Estava eu a assistir a mais um programa de moda - já agora, fica a confissão do meu especial gosto pela moda feminina sendo fã de dsefiles de moda e sempre que posso, vou a uma - e, de repente surge-me no ecrã uma reportagem do Paulo Dentinho em como filhos de 2ª ou 3ª geração de emigrantes portugueses em terras francesas arranjaram forma de ganharem a vida.
Dedicaram-se a criar um produto quer para homens, quer para senhoras, com símbolos genuinamente portugueses e aí está uma cadeia de lojas nas cidades francesas a venderem a linha de V I Portuguese, cuja colecção podem melhor observar na rsepectiva loja online.
Na reportagem da RTP, observei que um dos símbolos de um dos produtos deles é justamente a Cruz de Cristo tal e qual como é por nós usada, sem tirar, nem por.
Aliás, a VI Prtuguese utiliza os mais e melhores símbolos de natureza genuinamente portuguesa, como sejam, o Galo de Barcelos, as cinco quinas em duas versões, sendo ambas utilizadas pela Selecção Nacional, quer no antigamente, quer agora, o Cravo de Abril, a Torre de Belém (lá está outra coisa que também nós podíamos vender), e por aí fora, entre os muitos e variados artigos alusivos à epopeia dos Descobrimentos, que é afinal o meio em que estamos inseridos, quer geograficamente, quer por simbolismo.
Os exemplos estão, aliás, nas t-shirts que aqui vos deixo e que retirei do respectivo catálogo.
Já há uns tempos atrás, dei aqui outro exemplo de como a Cruz de Cristo está a ser usada na moda pelo estilista nacional Nuno Gama em post de 22 de Novembro de 2008.
Só nós é que temos dificuldade em vender um produto que é agradável à vista, que vende bem e, sobretudo, não é um símbolo que afaste as pessoas, antes as aproxima, bastando ver a perecntagem de católico neste país.
E não só neste país, dado que a Cruz de Cristo serviu para diversos exemplos históricos quer nas Cruzadas, quer nas Descobertas espanholas e por aí fora.
É uma tristeza a forma absentista como os responsáveis do Belenense se deixam papar por outros numa marca que deixámos de ter patente a avaliar pelso exemplos da moda lançados por estilistas portugueses, quer interanmente pelo Nuno, quer no estrangeiro por filhos de emigrantes portugueses que descobriram o filão que são os nossos símolos nacionais.
Ah! E quais são os símbolos exclusivos do Belenenses?
Por este andar, não teremos símbolos exclusivos, a não ser que dê um achaque na cabeça àquela malta que acha que o bingo chega para solucionar todos os problemas de tesouraria.
Já agora, deixem-me dizer como é que eu, se fosse presidente ou co-responsável dos órgãos sociais do Clube,m implementava uma linha de produtos com base nas Descobertas, coisa que eu sei ser muit apreciada por nacionais, independentemente de cores clubistas e, também, por estrangeiros, os quais, muitas vezes, c onhecem melhor a nossa História que aquela que é hoje ensinada aos nossos filhos:
Miniaturas dos seguintes monumentos tendo na base o nosso emblema e a Cruz de Cristo encrustada:
Rosa dos Ventos
Padrão de Descobrimentos
Torre de Belém
Planetário
Avião de Sacadura Cabral e Gago Coutinho
Estádio do Restelo
Palácio Nacional da Ajuda
Réplicas dos principais troféus do Belenenses, a título de exemplos:
Taça de cameão nacional
Trofeus vários
Quemn fabricaria? Depende, se optarmos pela louça ou pelo metal, mas com tanta fábrica a pedir encomendas como água para a boca...
Etiquetas: Merchandising

Até o estilista Nuno Gama apostou na Cruz de Cristo
Nós, no Belenenses, passamos a vida a deixar andar o combóio e desde que há Bingo nunca mais alguém fez um cu para que o Belenenses crescesse para os lados, para baixo e para cima.Esta colecção fala-nos da “Heritage”, dos valores seguros da nossa História, de Tradição, Linhagem e Classe, de discrição subtil e sóbria, que fazem o testemunho da estação.
A novidade é feita a partir de fórmulas familiares às referências de um guarda-roupa, comum a todos nós.
Os códigos de cor realçam o poder de uma silhueta escura, que se impõem em jogos de volumes e em subtis linhas de cruzamentos de estilos e na contraposição dos volumes, proporções e materiais.
Esta estação é marcada pelo requinte deste novo expressionismo. Pela habilidade de misturar cortes clássicos, cor e acabamentos: Tecidos tradicionais que dispensam grandes elaborações; Lapelas estreitas como expressão da perfeição e da excelência do feito à mão, aliado à tranquilidade e segurança confirmada num casaco bem cortado, no carisma cultivado de um certo preto ou azul, com tanto de intemporal, frio ou de aconchegante.
Uma nova estética chega numa evidência simplista e tranquila.
Etiquetas: Clube, Merchandising

O merchandising à solta e a preguiça vestida de azul
INTRODUÇÃOHá cerca de 13 anos que não fazia férias pagas de praia, por efeitos do estúpido atropelamente de que fui vítima na Av. de Berna, ali no cruzamento com a 5 de Outubro, em Lisboa.
Fiz este ano, a pedido da minha filha, embora encare uma saída ao estrangeiro para arejar os ares daqui que andam mais que poluídos. Adiante e vamos ao tema de hoje.
O aldeamento onde ficámos alojados era de alguma qualidade, sendo certo que portugueses éramos poucos e holandeses a maioria, logo seguidos de almães.
O TEMA DO POST
E na parte da tarde na piscina, era uma fartar de ver toalhas, camisolas, calções de banho, bolsas de paria, bolas e almofadas de vários clubes ingleses, em especial, do Machester United, alemães do Werder Bremen e do Fortuna, para além do Fejnoord e Ajax da Holanda e de Espanha era um ver se te avias de Barcelona (julgo que por simpatia dos holandeses).
Aquela malta, em especial das camadas jovens, faziam gala de exibir as t-shirts ou camisolas e calções dos clubes das suas preferência, entre nacionais e estrangeiros.
Era visível que a camisola do Crsitiano Ronaldo do Manchester era a mais vendida, assim como toalhas de praia do Barcelona dava gosto ter uma.
Depois, ponho-me a pensar, porque raio eu não posso ter produtos do meu clube?
Porque raio andamos a falar disto há anos e nada se resolve?
Porque raios não funciona esta elementar fonte de receitas do Belenenses para fazer face a muitas despesas que a SAD terá?
Ou será que as ditas modalidades estão à espera de comer a fatia de um eventual merchandising que possa haver no Clube?
Já agora, se já comem todo o dinheiro que vem do Bingo mais toda a quotização, contra o que está estipulado na distribuição da quotização de, pelo menos, 60% ser afecta à SAD, não se pense afectar essa eventual receita que um dia terá de haver também ás ditas modalidades, quando não isto um dai dá o estouro de vez.
Sonho que um dia teremos uma loja verdaeiramente azul, onde possamos lá encontrar o material todo que nos der na real gana adquirir.
Sonho ver artigos do Belenenses serem vendidos nas lojas de desporto.
Sonho em ver assinados contratos com marcas de bolas de futebol, com marcas de equipamentos e acessórios diversos para as quatro estações do ano.

Atentemos no mundo da moda masculina e feminina e imagine-se, só por aí, o desperdício anual de dinheiro. Atetentemos, ainda, ao meio Histórico onde nos estamos urbanisticamente envolvidos e só por aí, imaginemos quantas rosas-dos-ventos, quantas caravelas, quantos aparelhos de marear, quantos símbolos dos Descobrimentos podemos vender.
Imagine-se só que pela inacção dos sucessivos responsáveis do Clube a quantidade de dinheiro que se têm deitado porta fora todos os anos.
O Acácio Rosa é que tinha razão: o Bingo gerou uma preguiça de imaginar fontes de receita, uma preguiça em trabalhar para manter o Belenenses competitivo sem Bingo.
Essa é que é essa.
Os sucessivos dirigentes acomodaram-se ás receitas fáceis do jogo de azar, pelo que qualquer mérito que possam ter no campo desportivo é meramente fortuito, tal e qual a sorte que dos jogos de azar se retira.
Depois, há que arranjar um símbolo do Belenenses que vá para além da Cruz de Cristo e não em venha com a história dos golfinhos, sem embargo de se reconhecer algumas raízes históricas com os golfinos conform se pode aqui ler e, mais tarde, Homero Serpa nos explicou, porque os pobres são mansos e fáceis de domar e enganar, tal como se pode ver no Zoomarine ou no Zoo de Lisboa, para poderem simbolizar um Clube que se quer dinâmico.
Trabalhem, por favor e contruam um merchadising que não só dê uma alternativa a nova fonte de recita, mas também que pela exibição de tais produtos por quem os compra se faz uma publicidade grátis ao nosso Clube.
Etiquetas: Clube, Merchandising


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