O merchandising à solta e a preguiça vestida de azul
INTRODUÇÃOHá cerca de 13 anos que não fazia férias pagas de praia, por efeitos do estúpido atropelamente de que fui vítima na Av. de Berna, ali no cruzamento com a 5 de Outubro, em Lisboa.
Fiz este ano, a pedido da minha filha, embora encare uma saída ao estrangeiro para arejar os ares daqui que andam mais que poluídos. Adiante e vamos ao tema de hoje.
O aldeamento onde ficámos alojados era de alguma qualidade, sendo certo que portugueses éramos poucos e holandeses a maioria, logo seguidos de almães.
O TEMA DO POST
E na parte da tarde na piscina, era uma fartar de ver toalhas, camisolas, calções de banho, bolsas de paria, bolas e almofadas de vários clubes ingleses, em especial, do Machester United, alemães do Werder Bremen e do Fortuna, para além do Fejnoord e Ajax da Holanda e de Espanha era um ver se te avias de Barcelona (julgo que por simpatia dos holandeses).
Aquela malta, em especial das camadas jovens, faziam gala de exibir as t-shirts ou camisolas e calções dos clubes das suas preferência, entre nacionais e estrangeiros.
Era visível que a camisola do Crsitiano Ronaldo do Manchester era a mais vendida, assim como toalhas de praia do Barcelona dava gosto ter uma.
Depois, ponho-me a pensar, porque raio eu não posso ter produtos do meu clube?
Porque raio andamos a falar disto há anos e nada se resolve?
Porque raios não funciona esta elementar fonte de receitas do Belenenses para fazer face a muitas despesas que a SAD terá?
Ou será que as ditas modalidades estão à espera de comer a fatia de um eventual merchandising que possa haver no Clube?
Já agora, se já comem todo o dinheiro que vem do Bingo mais toda a quotização, contra o que está estipulado na distribuição da quotização de, pelo menos, 60% ser afecta à SAD, não se pense afectar essa eventual receita que um dia terá de haver também ás ditas modalidades, quando não isto um dai dá o estouro de vez.
Sonho que um dia teremos uma loja verdaeiramente azul, onde possamos lá encontrar o material todo que nos der na real gana adquirir.
Sonho ver artigos do Belenenses serem vendidos nas lojas de desporto.
Sonho em ver assinados contratos com marcas de bolas de futebol, com marcas de equipamentos e acessórios diversos para as quatro estações do ano.

Atentemos no mundo da moda masculina e feminina e imagine-se, só por aí, o desperdício anual de dinheiro. Atetentemos, ainda, ao meio Histórico onde nos estamos urbanisticamente envolvidos e só por aí, imaginemos quantas rosas-dos-ventos, quantas caravelas, quantos aparelhos de marear, quantos símbolos dos Descobrimentos podemos vender.
Imagine-se só que pela inacção dos sucessivos responsáveis do Clube a quantidade de dinheiro que se têm deitado porta fora todos os anos.
Inacção e Preguiça, aquela que muito é atribuída a um qualquer alentejano, como o signatário, mas que é perfeitamente representada pelo mais brilhante alfacinha...
O Acácio Rosa é que tinha razão: o Bingo gerou uma preguiça de imaginar fontes de receita, uma preguiça em trabalhar para manter o Belenenses competitivo sem Bingo.
Essa é que é essa.
Os sucessivos dirigentes acomodaram-se ás receitas fáceis do jogo de azar, pelo que qualquer mérito que possam ter no campo desportivo é meramente fortuito, tal e qual a sorte que dos jogos de azar se retira.
Depois, há que arranjar um símbolo do Belenenses que vá para além da Cruz de Cristo e não em venha com a história dos golfinhos, sem embargo de se reconhecer algumas raízes históricas com os golfinos conform se pode aqui ler e, mais tarde, Homero Serpa nos explicou, porque os pobres são mansos e fáceis de domar e enganar, tal como se pode ver no Zoomarine ou no Zoo de Lisboa, para poderem simbolizar um Clube que se quer dinâmico.
Trabalhem, por favor e contruam um merchadising que não só dê uma alternativa a nova fonte de recita, mas também que pela exibição de tais produtos por quem os compra se faz uma publicidade grátis ao nosso Clube.
Será que ninguém entende que sem merchandising não há este tipo de publicidade?
Etiquetas: Clube, Merchandising


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