Liga Vitalis em falência técnica
Há situações paraelas ao movimento ordinário dos campeonatos que me vão preocupando e suponho que muito pouca gente atribui alguma importância ao fenómeno actualmente observado na Liga Vitalis.É um campeonato onde o ordenamento da classificação é em tudo sintomático da falta de investimento das empresas que suportavam os clubes do Norte do país, por efeitos da crise financeira internacional e que tem levado ao fecho progressivo de muitas dessas empresas.
Os valores dos jogadores foram fixados numa pré-época de crise internacional, acima daquilo que os clubes podiam pagar e muito mais acima da progressiva retirada de apoios de outras empresas.
Daqui surgiu um movimento dos clubes da II Liga a reclamar à LPFP e aos grandes clubes para viabilizarem tal campeonato.
E aqui é que bate o busílis da questão, porque se for entendido pela LPFP, pela Comissão de Arbitragem e pelos tais grandes clubes que uma das vias para fazer reabilitar a Liga Vitalis é fazer descer de divisão alguns clubes que canalizam mais dinheiro nas assistências, então aí podemos começar a ficar preocupados com as reais intenções desses clubes junto dos tais 3 estarolas e da Liga.
Portanto, ou passamos a ficar duplamente atentos ás manobras que se seguirão ou, então, o Belenenses é um dos sérios candidatos a viabilizar a Liga Vitalis e não me posso esquecer que a nossa segunda descida de divisão teve muito a ver com um movimento desta natureza, indo o Belenenses parar à 2ª Divisão para dar notoriedade a um campeonato que até então não tinha qualquer notoriedade.
De facto, na actualidade, não é nada normal que o Olhanense se apresente como sério candidato à subida, face a clubes que tradicionalmente poderiam fazer melhor carreira.
As falências dum Beira-Mar, Boavista, União de Leiria, Varzim, Freamunde, Desportivo das Aves ( aqui só me admiro deste clube existir em funçção da crise lá localizada há dezenas de anos) e Estoril são casos flagrantes de um campeonarto disputado abaixo da média em termos de competitividade.
Se, por azar, influências exógenas ou fatalidade, cairmos na Liga de Honra será extremamente complicado de lá sair, tanto mais que os patrocínios vão à vida na razão do decréscimo de 5 a 7 vezes menos nas receitas.
Por isso, é melhor termos as barbas de molho, tanto mais que temos vindo a observar que por dá cá aquela palha são criados múltiplos artifícios para que o Belenenses saia perdedor de vários encontros de futebol a vários níveis, a saber:
1. quer mo jogo em si mesmo, na não validação de golos legais e legalização de golos ilegais do adversário,
2. quer na amostragem sistematizada de cartões amarelos em especial aos jogadores mais recuados da nossa equipa, querendo-me parecer, por vezes, de forma algo selectiva por forma a gerar prejuízos em jogos futuros, como foi o caso recente da amostragem de cartões amarelos, em jeito de 2º amarelo/vermelho com vista ao jogo a disputar em Vila do Conde.
Estas questões têm de preocupar a massa associativa do Belenenses, a qual, a meu ver, não pode continuar a assistir impávida e serena a um sistematizado prejuízo do Clube a nível desportivo.
No meio de tudo isto, já começa a ser preocupante a desfaçatez com que nos desfazemos de defesas, sabendo-se da confdição em que a defesa se encontra em matéria disciplinar, sem que haja a contrapartida do reforço da equipa, o qual, em minha opinião, face à miserável captação do plantel, já devia estar concluída, mesmo perdeno mais algum dinheiro, o qual seria bem investido, desde que garanta a não descida de divisão.
No meio de tudo isto, já começa a ser preocupante a desfaçatez com que nos desfazemos de defesas, sabendo-se da confdição em que a defesa se encontra em matéria disciplinar, sem que haja a contrapartida do reforço da equipa, o qual, em minha opinião, face à miserável captação do plantel, já devia estar concluída, mesmo perdeno mais algum dinheiro, o qual seria bem investido, desde que garanta a não descida de divisão.
Etiquetas: Arbitragem, Clube, LPFP, SAD


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