Uma deplorável reportagem de A Bola
O jornal A Bola na sua edição de hoje sobbre o jogo disputado ontem no Estádio do Restelo com os lampiões vestiu as camisolas todas. as possíveis e imaginárias, de côr bem vermelha para a apreciação de acda equipa ou jogadores de cada equipa.Tradicionalmente, ao jogarmos com esta malta, o outro clube com o qual eles jogam, para estse jornalistas ditos desportivos, terá de fazer o papel de bobo da corte, prestando a devida vassalagem para com o rei que vai passando.
Estes craques de meia-tigela que eles adoram, veneram e até beijam o chão que eles pisam (consta até que asbem o número e a côr das cuecas dos jogadores) é por demais enaltecida nas suas qualidades, ficando os defeitos entre linhas.
Até o treinador dos lampiões, mais que uma crítica a um jogador seu, lamentou que a dita comunicação social desportiva faça capas aos craques que, afinal, não são.
Para começar, pode-se lá ler a dado passo a identificação de Jaime Pacheco como treinador do...Boavista. Isso mesmo, não é engano meu e já reaprei que mais gente leu tal obra-prima.

Os casos do jogo lá apresentados sonegam os casos ocorridos dentro da grande área dos lampiões e que poderiam ser outras tantas grandes penalidades, como sejm nos lances ofensivos protagonizados pelo Marcelo e pelo Porta.
Mas, não. Estes jornalistas viram o jogo à lupa para tentar descortinar os penalties compensatórios do roubo evidente acontecido no jogo da taça da liga.
A coisa para estes jornalistas teria de ficar ontem empatada. Tanto assim é, que deixaram alguém em casa a fazera reportagem televisiva e lá descortinar o que melhor fosse conveniente para os lampiões, dando de desconto o tal fora-de-jogo mal assinalado ao Zé Pedro.
Assim, lá descobriram dois penalties sobre dois jogadores deles, quando nas tvs passo a vida a ver penalties desses que não marcados a ninguém.
Nem sequer me recordo de ver os jogadores adversários reclamarem pela eventual existência de motivos para penalty nesss dois lances.
Mas aquela falta sobre o Maykon que o deixou meio marcado para o resto do jogo, impossibilitando, por exemplo um remate em condições de golo no último minuto, era para cartão vermelho directo, mas ficou no bolso.
Tal como era para cartão amarelo um lance no final do jogo de derrube de Maxi Pereira sobre o mesmo Maykon, que nos dava um canto de mangas arregaçadas.
Até acharam que o Silas devia ter levado um cartão amrelo.
Pudera, se eles levaram mais que os jogadores do Belenenses, sendo eles estrelas, ficou muito mal não terem aí empatado a coisa.

Tal como Di pace o afirmou quando esteve na última vez no Restelo ao ver os acntos em que toda a gente agarra toda a gente, dentro da grande área, assim A Bola lá descobriu esse penalty.Depois surge a vergonhosa falta de equidade na análise dos jogadores de cada equipa.
Até conseguiram, na análise aos remates de cada uma das equipas que um dos nossos remates tivesse sido efectuado pelo Meyong.
Imagine-se, só por aqui, o estado de alucinação do jornalista.
As ditas estrelas, que levam 5 pêras do Olimpyakos e até agradeceram por os gregos terem tirado o pé do acelerador, são alvo de uam apreciação com foto de cada estrela (decadente).
É um facto que as condições climaréticas não ajudaram a uma boa afluência ao Restelo, mas o que é facto é que os jornalistas terão de es entender quanto ao número provável de espectadores: entre 10.000 a 4.000 de tudo li.


A estes jornalistas falta muita cultura desportiva para tratarem com verdade e isenção aquilo que se realmente se passa nas quatro linhas.
E, já agora, seria demais pedir muito que igualmente deitassem cá para fora aquilo que eles saberão melhor que ninguém: a forma como os tais clubes do regíme ganham antes de jogar os ditos.
Há tanto disso por aí.
Dizem eles, ou alguns deles que foram fazer a reportagem, porque já percebi que aquilo meteu eexcursão desde a sede do jornal ao Restelo sem pagar bilhete, que o melhor em campo foi o Silas.
Vá lá, conseguiram acertar na análise que fiz ao trabalho do nosso jogador, alguém que me explique a razão de ser, os quês e porquês da análise detalhada ao papel do grego dos lampioes.
Dá para entender tanto servilismo?
As ditas estrelas, que levam 5 pêras do Olimpyakos e até agradeceram por os gregos terem tirado o pé do acelerador, são alvo de uam apreciação com foto de cada estrela (decadente).
É um facto que as condições climaréticas não ajudaram a uma boa afluência ao Restelo, mas o que é facto é que os jornalistas terão de es entender quanto ao número provável de espectadores: entre 10.000 a 4.000 de tudo li.


A estes jornalistas falta muita cultura desportiva para tratarem com verdade e isenção aquilo que se realmente se passa nas quatro linhas.
E, já agora, seria demais pedir muito que igualmente deitassem cá para fora aquilo que eles saberão melhor que ninguém: a forma como os tais clubes do regíme ganham antes de jogar os ditos.
Há tanto disso por aí.
Dizem eles, ou alguns deles que foram fazer a reportagem, porque já percebi que aquilo meteu eexcursão desde a sede do jornal ao Restelo sem pagar bilhete, que o melhor em campo foi o Silas.
Vá lá, conseguiram acertar na análise que fiz ao trabalho do nosso jogador, alguém que me explique a razão de ser, os quês e porquês da análise detalhada ao papel do grego dos lampioes.
Dá para entender tanto servilismo?
Etiquetas: Casos Futebol, Época 2008/09


12:00 da manhã


































