Mamma mia !!!
A AG do próximo dia 25 promete aquecer o Pavilhão Acácio Rosa, com o ponto 3 da ordem dos trabalhos a ser o mais polémico. Ao que apurámos, o plano de saneamento financeiro a apresentar pela direção liderada por Viana de Carvalho passa por um novo empréstimo de 16 milhões de euros. Mais: o complexo desportivo do Restelo será apresentado como a garantia real, cenário que está longe de ser consensual entre os sócios.
Este novo empréstimo visa consolidar a dívida dos azuis, ou seja, liquidar o empréstimo de 5 milhões contraído junto do Banif no mandato de Fernando Sequeira, amortizar o PEC e fazer face a outras dívidas urgentes. Isto numa altura em que o passivo conjunto do clube e SAD andará entre os 18 e os 20 milhões de euros.
A intenção dos dirigentes está a suscitar preocupação entre os sócios mais ilustres dos azuis, conforme ficou bem vincado no último conselho geral. Aliás, a exigência de mais informações sobre um assunto tão delicado levou mesmo à marcação de nova reunião para a próxima 6.ª feira, ou seja, antes da AG decisiva.
Alerta
Gouveia da Veiga, antigo candidato à presidência e sócio reconhecido do clube, não esconde a sua preocupação. "Não é assim que se fazem as coisas. Não há qualquer informação sobre a entidade bancária envolvida nesse eventual empréstimo, nem acerca da respetiva taxa de juro ou prazo de liquidação. Além disso, há que avaliar bem as garantias reais", afirma o advogado, de 40 anos, acrescentando: "Do ponto de vista teórico, faz sentido um novo empréstimo de forma a consolidar a dívida, mas terá de ser enquadrado num plano de reestruturação pensado e definido."
No cenário atual, Gouveia da Veiga deixa um apelo. "Os sócios não podem decidir em consciência porque não estão informados. Espero que haja uma afluência em massa à AG, de forma a que a intenção da direção não seja viabilizada. Estou muito preocupado, pois estas coisas não podem ser feitas assim, em cima do joelho", salienta o associado.
Quase despromovido à Liga de Honra, o Belenenses enfrenta uma séria crise financeira que obriga a encontrar dinheiro rapidamente, para fazer face às despesas inerentes à próxima temporada
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Os casos em que nos metem
MapuataEste caso fez com que em 1987 o campeonato passasse de 16 para 20 clubes. Após a derrota (1-0) com os azuis, o Marítimo alegou que o jogador Mapuata estava mal inscrito. O Conselho de Justiça deu-lhes razão e foi-lhes atribuída a vitória (0-3), passando então a contar com 25 pontos, evitando a despromoção. Para compensar os lesados, Salgueiros, Elvas e Farense permaneceram na primeira divisão, Rio Ave, Espinho e Setúbal foram promovidos nesse ano da Honra.
Meyong
Na reabertura do mercado da época passada [Janeiro] o Belenenses contratou Meyong. O avançado tinha actuado deste o início da temporada pelo Levante e Albacete. A FIFA permite apenas jogar por dois clubes numa época, o Belenenses foi o terceiro e por isso penalizado em 6 pontos e multado.
Vinícius
A base de sustentação é a mesma do Caso Meyong, mas Vinícius jogou por dois clubes brasileiros, que são de uma confederação e época desportiva diferente. Uma situação permitida pela FIFA. Agora os azuis esperam uma notificação da queixa do Trofense para solicitarem uma indemnização.
Mateus
Em 2006 o Gil Vicente inscreveu o angolano Mateus, proveniente dos amadores do Lixa. Segundo os regulamentos da FPF "o jogador que tenha mudado da classe profissional para amador, terá de permanecer pelo menos uma época como amador". Os azuis, condenados à despromoção denunciaram a irregularidade na utilização do jogador. A justiça desportiva deu-lhes razão, mas os tribunais civis alegam que a decisão está errada ao abrigo do direito do trabalho.
Carlsberg Cup
Os regulamentos dizem-no. Quando empatadas, passa a fase seguinte a equipa com melhor "goal average". O Belenenses marcou dois golos, sofreu um. O Guimarães marcou três e sofreu dois. No jogo do quociente, os azuis vencem. A Liga colocou o Guimarães na fase seguinte, os azuis contestam.
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Vícios que nunca mudam
Por Joaquim Rita, in RTPForam os penalties tresmalhados nos jogos dos «grandes» que marcaram a ultima jornada, com os contabilistas das minuciosas inventariações dos prejuízos sofridos pelos respectivos clubes a promoverem as devidas actualizações, numa espécie de «lista negra» que serve para demonstrar os beneficiados de sempre - F.C.Porto, Sporting e Benfica (ordem do último Campeonato...)
Dessa chinfrineira, tipo «cada cor seu paladar» e na qual se tornou mais fácil e apetecível - porque surgiu mais cristalino aos olhos de cada interessado... - detectar a clareza dos erros em favor dos clubes adversários do que a colheita dos benefícios próprios, ressaltaram, no entanto, duas opiniões apaziguadoras e misericordiosas em relação a decisões erradas das equipas de arbitragem que dirigiram os seus clubes. Vejamos:
- o treinador do Sporting de Braga, Domingos Paciências, que considerou «excelente o trabalho das três equipas», portanto, com o árbitro Pedro Proença incluído na excelência do trabalho desenvolvido na «pedreira» minhota, tendo o campeão como opositor;
- o presidente do Olhanense, Isidoro Sousa, para quem «errar é humano», adiantando mesmo que «não quero pôr em causa a honestidade da equipa de arbitragem» liderada por Rui Costa e que dirigiu o jogo da sua equipa com o Sporting em Alvalade.
Nesta linha de crédito concedido aos árbitros Pedro Proença (Sporting de Braga-F.C. Porto) e Rui Costa (Sporting-Olhanense) por Domingos Paciência e Isidoro Sousa não deixa de ser curiosa a facilidade com que ambos desvalorizaram erros grosseiros das equipas de arbitragem, faltando saber o seguinte:
- se Domingos Paciência não viu um «penalty» que ficou por marcar a favor da sua equipa (18 minutos), desconhecendo-se como o presidente António Salvador interpretou (ou poderia interpretar...) esse lapso visual do competente técnico arsenalista;
- se Isidoro Sousa expressou, tão-só, uma estratégia comportamental do seu clube, visando colocar os algarvios longe dos olhares atravessados (e corporativistas?) da comunidade da arbitragem.
Apenas com cinco jornadas decorridas e em véspera do primeiro «clássico», a disputar no sábado, no «Dragão», entre F.C. Porto e Sporting, são já inúmeras as páginas dos prejuízos e benefícios resultantes de erros de arbitragem. Com uma certeza: os beneficiados são os «outros»; os prejudicados somos «nós». Há vícios que nunca mudam e contemplam sempre os mesmos. Siga o jogo!
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O enredo do Boavista num "onze" de desesperos

E interrogo-me se seria possível nós, sócios do Belenenses, deixar crescer um pasivo até perto de 100 milões de euros.
Se seria possível haver uns quantos Fernandos Sequeiras a queimarem o pouco que resta da saúde da tesouraria do Clube.
Espero que estejamos a salvos destas contingências e não passemos pelas amarguras quase traduzidas num só homem, valendo aqui perguntar onde é que estão os outros não sei quantos mil para além do Manuel do Laço?
Como é posssível o clão Loureiro ter passado incólume a esta destruição de um Clube?
Como é que os sócios daquela agremiação não lhe saltaram em cima?
Não entendo.
Por Joaquim Rita, em RTP.pt
É dramático o enredo que envolve o Boavista, quanto mais não seja porque o futuro competitivo do clube está envolto num novelo de incertezas, embora a instituição, por mais minados que estejam os seus alicerces, não pareça ameaçada. Há demasiada história no Boavista para se temer o seu fim. Os sobressaltos serão sempre de natureza desportiva, caso se consume - e oxalá que não! - o seu afundamento.
Para lá das inquietações que emergem do incumprimento do pagamento, mais ou menos atempado, dos salários aos seus profissionais, a grande questão que se coloca é esta: como foi possível o Boavista chegar a isto? Mesmo contabilizando a mentira maquilhada (ou sufocada) em que vive ou sobrevive a maioria dos clubes portugueses, o alçapão em que caiu o Boavista não se formou em meses, se calhar, nem em anos. Neste plano, os boavisteiros saberão descobrir as respostas para as dúvidas que hoje os atormentam, não nos competindo ajuizar e, menos ainda, especular sobre uma realidade que, porventura, até para o sofredor Manuel «do Laço» é descoroçoante. Todavia, há aspectos que importa inventariar numa procura distanciada, desejavelmente serena e despida de afectos.
Como um «onze» de futebol, são também onze os tópicos que nos servem de suporte neste acanhado e despretensioso exercício de análise. Vejamos:
1 - INCREDIBILIDADE pelo tão fundo a que o clube (SAD) chegou;
2 - ARREPIANTE a extensão do anunciado buraco financeiro (entre 80 e 90 milhões de euros?)
3 - IMPENSÁVEL explicar o rombo apenas como consequência do abandono a que o clube foi votado pela Câmara quando da reformulação do estádio do Bessa para o «Euro 2004»;
4 - DESESPERO pela demora ou ausência de alternativas de viabilidade;
5 - TRISTEZA pela profunda degradação da imagem do clube;
6 - INGENUIDADE na aceitação de um pseudo investidor (quando a esmola é grande o pobre desconfia...)
7 - ESTRANHEZA pela ausência de explicações objectivas por parte de João Loureiro (Joaquim Teixeira também se prepara para desertar?)
8 - ANGÚSTIA pelo futuro competitivo de um histórico que ainda ontem foi campeão e passeou talento pela Europa;
9 - APLAUSO pela decisão dos jogadores em comparecerem ao jogo com o Sporting (o cenário de greve estava comprometido face à escassez de tempo para o respectivo e indispensável pré-aviso)
10 - COMPREENSÃO pela atitude de Álvaro Braga Júnior (também ele foi enganado?) ao renunciar ao cargo de presidente da SAD face à incapacidade para, atempadamente, honrar os compromissos que assumira com os jogadores;
11- CORAGEM de Jaime Pacheco em aceitar trabalhar sobre um barril de pólvora, não deixando de ser curioso saber quanto o clube lhe deve e desde quando provém essa dívida.
Antes de encontrar um caminho, antes de definir o que quer (ou pode) para o futuro, o Boavista já tem uma certeza: o passado foi uma engenhosa e desesperante mentira e o presente é feito de medos, de inquietações e incertezas. Um exemplo triste para o futebol português.
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Distinção bracarense
Tão bom que era eu poder aqui escrever Distinção Belenenses.
Pois é, mas não posso, e o facto é que já começo a vislumbrar as formas como a SAD bracarense está a fazer carrear para os seus cofres o dinheiro necessário para manter uma boa equipa com épocas sucessivas de êxitos desportivos.
O certo é que eles já começam a ser respeitados e aqui por casa já vejo um lampião a perguntar-me pelo resultado do Braga.
E nós nada fezemos para chegar lá e era tão fácil.
Tivemos tudo nas mãos, incluindo dois antigo patrocinadores, os quais em vez de nos limitarmo-nos a ser receptores das respectivas companhias seguros dos pagamentos anuais da sponsorização, podíamos ter tido a idéia de com eles celebrar um contrato de parceria para a fornmação da Seguros Belenenses, SA, tal como o Sp Braga o fez com a AXE.
Já ando cansado de ter dirigentes que mais se limitam a pagar e a recebre do que ter idéias.
Ter idéias, levantar o rabo da secretária e ir à procura de quem nos ajude a colocar em prática idéias não temos.
Num futebol monótono e de domínio pouco menos do que asfixiante como aquele que, desde há anos, tem sido exercido pelo F.C. Porto, é saudável e refrescante quando surge uma equipa a querer imitar aquilo que o Boavista conseguiu há um par de anos quando, contra todas as tendências - azuis, verdes ou vermelhas - se sagrou campeão.
Admito que os adeptos dos três «grandes» não apreciem qualquer tipo de intromissão no espaço desigual das candidaturas ao título. A paixão clubista como que desaconselha qualquer tipo de abertura que favoreça o aparecimento de equipas capazes de estorvar a caminhada dos mais poderosos. O êxito do Boavista em 2000/01 como que serviu de campainha de alarme para o perigo de a discussão do título se alargar, com os coleccionadores de Campeonatos a demorarem em perceber que o triunfo axadrezado significara uma contundente derrota para si próprios. Nessa altura, o desconforto do desaire foi atenuado pela circunstância de ter triunfado um «pequeno». Fraco consolo...
Ainda com o Campeonato no seu amanhecer, nem por isso deixa de ser espantosa a alvorada do Sporting de Braga, com cinco triunfos em outras tantas jornadas, sobressaindo duas razões para a torrente de elogios que tem desabado sobre os bracarenses:
- a qualidade do futebol desenvolvido, surgindo as vitórias como inevitável consequências desse seu tecido produtivo;
- as demonstrações de competência oferecidas contra as duas equipas que têm pontificado nas últimas épocas na Liga - F.C. Porto e Sporting - sem que os triunfos minhotos tenham tido quaisquer salpicos de acidentais.
Foi contra o Sporting e F.C. Porto que os arsenalistas de Braga aproveitaram para explicar o seu amadurecimento e dimensão, não se limitando a vencer, mas fazendo-o de forma convincente. Sem novas contratações sonantes - apenas Hugo Viana é inquilino recente do vistoso edifício minhoto -, tem ressaltado das exibições bracarenses um notável equilíbrio entre a segurança a defender e a arte a atacar. Não sei se o Sporting de Braga vai manter esta (sua) pedalada por muito mais tempo. Para a valorização do Campeonato, seria desejável que os bracarenses esticassem o mais possível este seu andamento, quanto mais não seja para se estabelecer um reconfortante contraste com a pobreza franciscana a que não têm escapado diversas equipas. Será legítimo falar-se de um Sporting de Braga candidato ao título? Não conheço a resposta, mas lá que passou com distinção nos dois «exames» que já teve esta época, isso ninguém pode negar.
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Queen's Park Rangers em dificuldades


O italiano Flavio Briatore, excluído vitaliciamente da Fórmula 1 na sequência de batota no Grande Prémio de Singapura em 2008, está sob a mira da liga inglesa de futebol como co-proprietário do clube britânico Queens Park Rangers.
A liga inglesa de futebol pediu à Federação Internacional do Automóvel (FIA) informações detalhadas sobre a decisão do Conselho Mundial, que condenou a escuderia Renault a dois anos de suspensão da Fórmula 1 e baniu o seu ex-gestor Flavio Briatore.
A liga de futebol inglesa submete cada proprietário de clube de futebol a um exame de "moralidade" e uma das regras prevê que ninguém pode dirigir um clube de futebol se tiver sido excluído das instâncias dirigentes de outro desporto.
"O presidente da liga inglesa de futebol, Lord Mawhinney, escreveu hoje à FIA para reclamar detalhes relativamente àquela decisão", indicou um porta-voz da liga. "Seguidamente, a liga estudará este caso", acrescentou a mesma fonte.
Briatore é um dos três proprietários do clube inglês da segunda divisão, em conjunto com Bernie Ecclestone, o patrão da Fórmula 1, e com o magnata do aço Lakshmi Mittal, e preside à holding a que pertence o clube, de que é director-geral.
Flavio Briatore saiu da Renault na semana passada, antes da reunião da FIA de segunda-feira que iria decidir sobre o incidente de Singapura.
Briatori negou todas as acusações que impendiam sobre ele, assegurando que se tratava de "mentiras ultrajantes".
A 28 de Setembro de 2008, Nelson Piquet Júnior embateu numa parede durante o Grande Prémio de Singapura, afirmando posteriormente, após ter sido despedido da Renault, que o fizera por ordem de Flavio Briatore.
O acidente de Nelson Piquet Júnior obrigou à intervenção da viatura de segurança e o seu colega na equipa Renault Fernando Alonso beneficiou desse factor e ganhou a prova.
A FIA considerou segunda-feira que o piloto Fernando Alonso não estava envolvido na batota.
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A privatização do Estádio dos Barreiros

Notas Prévias:Prosseguem a bom ritmo os atentados aos impostos dos contribuintes portugueses.
Desta feita a já famosa pouca vergonha de Alberto João Jardim tratou de privatizar o Estádio dos Barreiros, doando-o, como se fosse coisa sua, ao Marítimo, fomentando mais uma clara situação dedesigualdade entre os restantes clubes.
Não basta já o dinheiro do orçamento do governo regional que vai direitinho para as SAD's locais, ainda mais esta.
Este cavalheiro, para utilizar palavras dele, vai no sentido inverso de "chefe" dele. Um é esbanjar de dinheiro em apenas duas ilhas, atingindo já um grau de desenvolvimento superior a grande parte da União Europeia(basta, aliás, ver as marcas exibidas nas montras do Funchal) e a outra, se fosse para o poleiro, mandaria parar tudo quanto é obra pública com as consequências nefastas de todos conhecidas, nomeadamente ao nível do emprego/desemprego.
Não consigo entender como pode um indíviduo, sem qualquer concurso, sem que se conheça que a defesa do erário público passa justamente por fazer rendibilizar a favor das populações as infraestruturas locais construídas do bolso do contribuinte vá parar a uma entidade privada, desta feita um clube de futebol.
E, não contente, está a ajudar a recosntruir o novo Estádio dos Barreiros que a imagem aqui junta vai ter daqui a cerca de 1 ano.
Também não entendo da passividade dos restantes clubes da I e II Ligas que vivem com conhecidas dificuldades, sendo certo que em alguns casos por efeitos de terem construído estádios para o Euro2004 ou de outras infraestruras para esse evento, tiveram de pagar do seu bolso a sua quota parte, salvo erro à data fixada em cerca de 75% do valor da obra.
E, para além de terem suportado, se é que ainda não estão a pagar as amortizações do capital pedido aos bancos, viram o seu futuro desportivo irremediavelmente condenado ao insucesso. Ou algém duvida que o caso do Boavista, embora contenha factores extra, não configura, também, um caso de enrquecimento sem causa, sendo certo que o pagamento das amortizações do capital também foi factor para o estado em que esse clube se deixou levar.
Na altura em que Ramos Lopes declinou o convvite em que o Estádio do Restelo fosse um dos palcos do Euro 2004 fiquei pior que estragado. Porém, vistas as coisas a esta distãncia, talvez tenha sido uma medidad acertada, sendo certo que ao menos, conseguimos fundos do II Quadro Comunitrário de Apoio, através do Instituto Nacional do Desporto, para lavar a car ao Restelo.
Para os sonhadores, direi que se o Belenenses se metesse a fazer um novo estádio, entõa era só contar pelso dedos de uma mão a queda à Boavista, isto se o Estádio fosse fieto apenas e só pelo Clube.
Alternativas? Até há, se o município de Lisboa desse ao Belenenses a possiblidade de reestrutra o seu Complexo Desportivo mediante parceria a estabelecer com uma construtoora, estando subjacente a entrega de terenos e autorização para se poder construir determinada volumetria de edifícios. Não vejo outra possiblidade que nos faça sonhar em ter um novo estádio, se bem se querem que vos diga, gosto muito do nosso Estádio do Restelo.
O Marítimo já colocou as suas bandeiras no Estádio dos Barreiros, numa forma de identificar aquele recinto como sendo seu. Nesta fase, as obras decorrem a bom ritmo, tendo sido já demolido o antigo sector do peão, que será agora coberto com tapumes, de forma a que os espectáculos desportivos possam decorrer na normalidade. Dentro de 14 meses, previsivelmente, o novo estádio dos “verde-rubros” estará concluído.
Enquanto prosseguem as obras de reestruturação do Estádio dos Barreiros, o Club Sport Marítimo identificou já o recinto como sendo seu, colocando, em duas hastes existentes na zona da bancada central, a sua bandeira.
O recinto irá sofrer uma total transformação, passando do actual cenário em que, apesar da sua enorme beleza, se encontra desajustado para a realidade da época, para outro mais apropriado. No seu lugar, irá, pois, nascer um moderno estádio de futebol, pertença do Marítimo, dotado de equipamentos e espaços modernos, de modo a corresponderem ao conforto e bem-estar, não só dos próprios utilizadores, como também dos amantes da modalidade, no caso os simpatizantes “verde-rubros”.
Tal será feito sem prejuízo da sua utilização, pelo que, na prática, o estádio não será desactivado no decorrer da temporada. Será sim alvo de obras por etapas, sendo nesta fase alvo de intervenção o sector do peão.
Quando dentro de doze dias o Marítimo ali receber o Leixões, em partida da segunda jornada da liga portuguesa, o acesso ao peão estará, naturalmente, interdito, com esse sector protegido por tapumes, de modo a que o espectáculo desportivo possa acontecer sem sobressaltos. Os utentes desse sector serão encaminhados para as cabeceiras, diminuindo, significativamente, a capacidade do estádio.
Previsivelmente, as obras irão decorrer durante 14 meses, pelo que se afigura que a inauguração possa ser concretizada aquando do dia do centenário do clube, a ser cumprido a 20 de Setembro de 2010.
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O novo estádio da Luz e a CML
Notas Prévias:Há uns dias atrás publiquei aqui as maléficas acções desenvolvidas pela CML no sentido de sistematicamente prejudicar o Belenenses ao beneficiar outros clubes esquecendo premeditadamente o nosso.
E fi-lo com a consciência da veracidade daquilo que escrevi pela simples observação dos factos e, também, através de uma exautiva a consulta que é pública a inúmeros textos existentes no Google sobre medidas no sentido inverso desenvolvidas por um ex-presidente da CML.
E digo apego ao Benfica, porque o actual Estádio da Luz foi a obra do mandato de Santana Lopes à frente da edilidade Lisboeta. Percebe-se. O Benfica rende votos. Já o Belenenses nem tanto.
Ele agora quer voltar, embora tenha sérias dúvidas que volte, porque a Helena Roseta baralhou-lhe as contas, mas o facto é que a associação Santana Lopes no chumbo do projecto imobiliário e a aquiescência sem pestanejar de Sequeira Nunes, leva-me, para desgosto dos que mais gostam do Santana que do Belenenses, a retomar o assunto e aqui fazer prova provada de que o Belenenses está a ser ostensiva, abusiva e premeditadamente deixado para trás, numa altura, sublinho, de vital importância para a nossa subsistênvcia na área da grande competição.
Não há autarquia que não ajude as suas associações. Porque razão está o Belenensesde fora do âmbito das preocupações autárquicas quer da CML, quer da JFSMB?
Devíamos ter outro tartamento? Claro que sim, tanto mais que nos foi prometido e o não cumprimento de tais promessas arrastam-nos para uma maior situação fracturante da nossa implantação no mundo do desporto.
Repare-se que quer o Sporting, quer o Benfica são não só beneficiados em concessão de urbanizações de fazer chorar a calçada, como ainda por cima, a CML constrói-lhes um pista de atletismo com outras valências, cujos encargos de conservação cabem à CML.
Mais devíamos fazer sentir que quanto ás Salésdias ou nos devolvem a bem, ou deixaremos que o tribunal litugue a questão.
Reza assim uma notícia da TSF do dia 22 de Janeiro de 2002 e que reproduzo:
A Câmara Municipal de Lisboa vai contribuir com 12,5 milhões de euros (2,5 milhões de contos) para a construção do novo estádio da Luz. A revelação foi feita pelo presidente dos «encarnados», Manuel Vilarinho, após uma reunião com o novo edil, Pedro Santana Lopes.
O financiamento de 12,5 milhões de euros e a autorização de construção de uma nova bomba de gasolina são as medidas com que a Câmara Municipal de Lisboa vai contribuir para «a modernização do equipamento desportivo do Benfica»
Manuel Vilarinho, no final de uma reunião com Pedro Santana Lopes, revelou as intenções da autarquia, que segundo disse, serão extensíveis ao Belenenses e ao Sporting.
O presidente do Benfica afirmou também que a Câmara de Lisboa irá pensar acerca de um aumento da volumetria de construção nos terrenos do actual estádio da Luz.
O futuro Estádio do Benfica e o novo estádio José Alvalade integram a estrutura de 10 estádios que se encontram em construção ou remodelação com vista à fase final do Europeu que Portugal organizará dentro de dois anos, sendo o recinto «encarnado» o palco previsto para a final.
Pergunto: Se é verdade que a CML deu, também, semelhantes benesses finaceiras ao Sporting e se esta notícia é de 2002, obnde estão os nossos 12,5 milhões de euros?
Depois, vamos por aí fora e detectamos mais isto:
Santana deve ceder terrenos para viabilizar o novo estádio do Benfica, ou seja:
A «solução imaginativa» de Pedro Santana Lopes para construir o novo Estádio da Luz será ceder à Somague, empresa construtora, terrenos na Alta do Lumiar.
Segundo noticia esta sexta-feira o matutino A Capital, «no espaço do antigo Estádio da Luz, a Somague constrói em 30 mil metros quadrados e recebe 60 mil metros quadrados na Alta do Lumiar, em zona que o PDM considera urbanizável». A Câmara Municipal de Lisboa não desmentiu a notícia.
O PortugalDiário noticiou precisamente a mesma história a 1 de Fevereiro de 2002, às 12h53. Acontece que, nesse mesmo dia, duas horas depois, o presidente da Câmara de Lisboa, então recém-eleito e envolvido na luta eleitoral legislativa, desmentiu energicamente, dizendo que era «totalmente mentira».
Hoje, 12 de Abril, 71 dias depois, Santana Lopes não desmente a mesma notícia.
Contactado pelo PortugalDiário, o gabinete de imprensa de Pedro Santana Lopes diz apenas que «uma decisão será anunciada na próxima semana» e que «Pedro Santana Lopes não fará mais declarações até ao momento em que o acordo seja anunciado».
Mais, a Câmara de Lisboa «não desmentirá mais nenhuma notícia» porque senão «teria de desmentir muitas mais» e, afirma a mesma fonte, «está cansada» para tantos desmentidos.

Instado a responder se a notícia do matutino A Capital seria desmentida como foi a do PortugalDiário, o gabinete de imprensa de Santana Lopes disse que, em princípio, não o faria e que a responsabilidade do processo está agora com o vice-presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carmona Rodrigues. O PortugalDiário tentou contactar o vice-presidente, ainda sem sucesso.
Mais terrenos
Além da notícia já divulgada, o PortugalDiário sabe que, em cima da mesa, está ainda ponderada a hipótese da cedência de terrenos passar, além da Alta do Lumiar (Alta de Lisboa), por terrenos nas Galinheiras, onde antes estavam barracas.
Este terreno poderia permitir maior densidade de construção, pois o valor dos terrenos – e das respectivas casas – será menor do que na Alta de Lisboa.
O PortugalDiário recorda o texto original publicado em Fevereiro, e mostra-lhe as imagens da construção do Estádio da Luz. [Leia a seguir, no texto "Luz verde"]
Volto a perguntar: onde está aqui o tratamento equalitário em relação ao Clube de Futebol "Os Belenenses"? Foi ou não o Belenenses vilpendiado pela Câmara Minuvipal de Lisboa nestas seguintes situações, a saber:
1. Esbulho das Salésias;
2. Entrega duma pedreira com a obrigatoriedade de a pedra das bancadas ser tratada e trabalhada, mediante pagamento ás oficinas da CML;
3. Expropriação do Estádio do Restelo pelo não pagamento de tais serviços e de uma facturação de água;
4. Chumo justamente pelo Santana Lopes do projecto imobiliário;
5. Não entrega e, pior que isso, não identificação dos terrenos prometidos via EPUL, em princípio localizados no Restelo?
Mas coninuando as diabruras de Santana Lopes, veja-se no site da CML como ele se vangloriou de ter construído o Estádio da Luz:
Benfica inaugura novo Estádio
Foi uma noite memorável para os 65 mil benfiquistas que lotaram por completo o novo Estádio da Luz. Inaugurado em 25 de Outubro de 2003, pelo Presidente da Repúbica, Jorge Sampaio, com a presença do Primeiro Ministro, Durão Barroso, e do Presidente da Câmara de Lisboa, Pedro Santana Lopes, na tribuna de honra, o momento fica para a história e o ambiente é de festa.
Santana Lopes, sportinguista de gema, empolga os 65 mil benfiquistas presentes no Estádio, que será palco da final do Euro 2004, ao designar a nova Luz como a obra de grande envergadura realizada em menos tempo e com grande eficácia.
“O Sport Lisboa e Benfica já conquistou muitos títulos em várias modalidades ao longo do seu historial e este é mais um e é especial”, declarou Santana Lopes de modo efusivo. No seu discurso, o autarca não deixa escapar a oportunidade de se dirigir aos “profetas da desgraça” que segundo o próprio, “encheram páginas e páginas de jornais” ao vislumbrarem a possibilidade da autarquia e do clube serem incapazes de fazer erguer o recinto inaugurado.
”Parem para pensar e ver que quando os homens e as mulheres querem que a obra nasça, a obra nasce mesmo!”, exclama o autarca, manifestando claramente essa sua convicção de modo entusiástico.
Santana Lopes com um arrebatado “Viva o Benfica!”, terminou o seu discurso sob uma onda de fortes aplausos quase ensurdecedores.
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Equipa pé-descalço
No tempo em que trabalhava lá por baixo, quer no ex-Gabinete da Área de Sines, quer no ex-IGAPHE ( reparem que tenho trabalhado em vários ex-institutos e ainda me dizem que o peso do Estdo é excessivo), mais precisamente no sector da habitação, tínhamos uma equipa que ela prória se auto-intitulava de "Equipa Pé Descalço", justamente porque sendo composta por trabalhadores de várias especialidadaes (electricidade, pedreiro, canalizador, etc) ocorriama a todos os casos de reparação urgente do que se tivesse avariado onde houvessem casas nossas. Daí me ter inspirado nesta equipa para o post de hoje., não por razão directa, mas pelo oposto da razão de ser daquela equipa.Ou seja, nós em Portugal na área do Futebol temos uma vasta equipa de agentes com um único fim: a promoção, ao menos interna, das virtudes e do grandiosismo de três clubes em contraponto com todos os restantes.
E neste sentido, é sabido que existe em cima da mesa da LPFP como tema permanente de discussão o futuro dos campeonatos em Portugal e quem os deve compor a prazo, quer em número de partoicipantes, quer em critério selectivo e direccionado na matriz de seelcção.
Não estou muito longe de errar que os tais emblemas do costume, os chamados estarolas, ficarão sempre a fazer parte do figurino,seja ele qual for.
E aqui é que reside o busílis da questão.
Este ano para se dsepachar o Estrela da Amadora, criou-se uma regulamentação de excepção que teve vários outros emblemas como fogos secundários e que por via disso, ou cessaram a acatividade ou fecharam as portas ao futebol, até haverem melhores dias.
Essa regulemtação de excepção, para além de ter sido mal aplicada, porque outros clubes podiam e deviam ter ficado de fora só na I Liga e aqui vem ao de cima o caso evidente do Leixões e caso meio-evidente do Vitória de Guimarães, devendo serem melhor anlisados os casos de clubes da região centro.
Isto para não falar já de que é politicamente incorrecto excluir-se determinados emblemas.
E aqui bate de novo o busillís da questão da honorabilidade de quem deve estar ou ser excluído das competições profissionais.
Os tais 2+1 clubes são casos acabados de dívidas fabulosas, algo que o nosso imaginário mal consegue perceber como é possível tais clubes existirem, quanto mais apelidarem-nos de grandes. E, digo-o com veemência: quanto mais serem autorizados a competir!
Fernando Guerra escreveu, a exemplo do Sporting, da sua setubalização, querendo com isto dizer que os terrenos para os quais tal clube resvalou serem idênticos aos do Vitória de Setúbal, ou seja, desprovidos de património não hipotecado e com dívida de mais de 250 ME à banca, em especial ao BES.
Como seria isto possível no nosso Belenenses, onde cada tostão conta?
O caso do Benfica já veio exigir a que com mais assiduidade do que se esparava que o respectivo presidente venha a público defender a política de aquisições sem se perceber onde nasce o dinheiro, sendo certo que neste momento geraram uma outra actividade que está a ser novo sorvedouro de capitais e sem retorno à vista, que foi a criação do canal de televisão privado.
Os associados do Belenenses passam a vida a falar em míseras quantias do que se ganha ou deixa de ganhar com a compra ou venda de determinado jogador e ainda não caíram na real que consiste,a meu ver, criar a tal dívida astronómica a partir da qual toda a entidade bancária terá todo o interesse em manter a instituição devedora de pé, por forma a garantir os pagamentos mínimos do crédito mal parado. E de preferência concededndo créditos de gerem outras novas rceitas, as quais gficaraão automaticamente retidas pelo período de anos que se convenecionar pagar a dívida: vidé o caso dos 40 ME da Sagres ao Benfica esturrados num ano e pagos em 20.
É, aliás, isso que também se ouve em Setúbal quanto ao apoio parcial de alguma banca no sentido de ela não perder tudo quanto emprestou e tentar recuperar algum.
Os nossos 12 ME de dívidas para além de não me incomodarem em especial, também não são, pelo que atrás expus, motivos suficientes para que a banca nos venha amparar, dado que mais de 12 ME temos nós em terrenos, bastando, para tal, saber o que fazer com os ditos terrenos inaproveitados que lá estão.
CONCLUÍNDO
Posto o que hoje aqui me trouxe, o campeonato da I Liga deste ano e futuros continuam inquinados de equipas artificialmente construídas para gerarem receitas para pagamento das prestações à Banca, pelo que este é mais um factor de concorrência desleal daqueles que têm poder para ir ao banco em relação a outros, como nós, que preferimos ser pobres e honrados, mas sem possibilidades de aspirar a ser de novo campeão nacional, dado que a banca agora é quem vai decidir a quem empresta a massa para se ser campeão, nem que tal seja caso efémero, ms ao menos permite vender o tal merchadising cujas receitas, na certa, estão a ir direitinhas para o balcão do banco mais próximo.
Se pensarmos que também temos esse poder e se soubermos aproveitar os nossos terrenos e a nossa marca e rendibilizá-los, então estou em crer que deixaremos o pelotão daqueles que a mais não aspiram que não seja um lugar no meio da tabela.
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Lavagem de dinheiro nas transferências do futebol
Outro dia, escrevi eu aqui sobre a lavagem de dinheiro sujo via transferências de jogadores de futebol.Diga-se que falamos de transferências milionárias e não de transferênciasinhas, das nossas, à portuguesa ou à Belenenses.
E isto fica à reflexão de todos nós, principalmente os mais atentos ao fenómeno desportivo, onde muitas interrogações se nos colocam, a saber, por exemplo, estas:
1. Como é que há clubes a surgirem do nada a imporem regras na liga profissional passandoa afazer da sua Direcção ou órgão socaisi sem, no entanto, terem constituído a respectiva SAD?
2. Como há clubes que, ano após ano, apenas gastam fortunas anuais em aquisições de jogadores sem contrapartidas de alienações de activos?
3. A PGR anda assoberbada com muitos e muitos casos de suspeição de corrupção do futebol indígena, mas ainda não entrou na questão das transferências de jogadores, não se entendo a alteração súbita de preferência de alguns mercados e empresas de colocação de jogadores e não de transferências normais entre clubes.
4. Acessoriamente, em Portugal parece poder haver um director desportivo de um clube de nomeada directamente ligado a uma empresa de apostas desportivas, onde pela indicação das apostas assim se vai influenciando os resultados.
5. E ainda que haja na mesma prova clubes que sejam autênticos satelites de outros pela recepção em massa de jogadores, como seja o caso do FC Porto com o Braga, Vitória de Setúbal e Olhanense, para não entrar pelos caminhos da II Liga.
6. Portugal é desde há muitos anos um paiís prefrencial onde se trafica droga, onde a mesma é desembarcada quase ás claras e pela incapacidade de meios dos agentes policais, tendo eu e mais gente visto situações caricatas na costa ao Sul de Sines da Brigada Fiscal ficar literalmente a ver navios e eu interrogo-me se uma parte do produto cá desembarcado não se destina também ao futebol ou, se pelo contrário, as transferências de alguns clubes estão totalmente cobertas por patrocínios.
7. Como é possível existirem certos clubes com números a virem do nada?
Um relatório do Grupo de Acção Financeira (FAFT-GAFI) da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) aponta os clubes de futebol como “veículos perfeitos para a lavagem de dinheiro” por criminosos.
O documento salienta que a lavagem de dinheiro sujo através do futebol não passa apenas por investimento em clubes, mas também pelas transferências de jogadores, que por vezes envolvem “verbas astronómicas”, pela indústria de apostas, designadamente online, e pelos patrocínios e publicidade.
O relatório, intitulado “Lavagem de dinheiro através do sector de futebol”, salienta que, com a crescente cooperação do sector financeiro no combate à lavagem de dinheiro sujo, os criminosos adaptaram-se e procuraram novos canais para lavar os resultados das suas actividades ilegais, ficando vários sectores de actividade legais em risco de serem infectados pelas suas actividades.
Depois, em Fevereiro do corrente ano, viemos a saber o seguinte, através da Tvnet, daquilo que já se vai passando sobre a matéria no país vizino, dos nuestros hermanos:
Investigação anti-droga atinge clubes em Espanha
As autoridades espanholas levaram a cabo nas últimas horas uma operação contra o tráfico de drogas, que alegadamente atinge dois empresários e jogadores de alguns clubes espanhóis.
Os Agentes da Unidade de Drogas e Crime Organizado do Corpo Nacional da Policia Espanhola apreenderam 600 quilos de cocaína, que estava ocultada em contentores, tendo ainda procedido a 11 detenções.

Entre os detidos está um jogador do Rayo Vallecano ainda no activo e dois ex-jogadores do Hércules. Até ao momento não foram revelados os nomes dos envolvidos.
Segundo fontes da investigação, o presumível líder deste grupo era Zoran Matijevic, um antigo agente de futebolistas e com antecedentes ligados ao narcotráfico.
E depois surge-nos mais esta notícia, via MaisFuebol:
José Luis Caminero, outrora estrela do futebol espanhol, foi detido na passada terça-feira pela Guarda Civil no âmbito de uma operação policial contra três grupos organizados que se dedicavam ao tráfico de drogas e ao branqueamento de capitais. Além do ex-jogador, a Guarda Civil efectuou mais 30 detenções.
Caminero saiu depois em liberdade, mas permanece como suspeito. A operação policial decorreu em Madrid (onde Caminero foi detido), Valladolid, Sevilha e Barcelona. Além dos 31 detidos a Guarda Civil apreendeu meia tonelada de cocaína, dois milhões de euros, máquinas para contar dinheiro, veículos topo de gama e documentação variada.
A rede, dividida em três grupos, operava introduzindo em território espanhol o estupefaciente trazido do México e Colômbia. A divisão espanhola, à qual Caminero alegadamente pertencia, usava empresas legais como fachada para branquear capitais obtidos através do tráfico de droga.
José Luis Caminero, 41 anos, jogou pelo Real Valladolid (seria seu director desportivo em 2008) e Atlético Madrid, onde conquistou o campeonato espanhol da época 1995/96 (o último vencido pelos «colchoneros»). Caminero foi internacional espanhol 21 vezes e jogou o Campeonato do Mundo 1994 e o Europeu 1996. No Mundial de 1994, realizado nos Estados Unidos, foi uma das principais figuras da selecção espanhola, apontando três golos na caminhada que se ficou pelos quartos-de-final.
Pelo exposto, será crível que nesta matéria sejamos uns anjinhos?
Etiquetas: Casos Futebol

Um "senhor"
Salvo erro, no anao passado e sem que ninguém percebessse o porquuê, o speker do Restelo pede uma salva de palmas para "o sr. Jorge Nuno Pinto da Costa".Confesso que fiquei perturbado com tal pedido, mais a mais dirigido a tal personagem, o qual se não vivesse em Portugal, certamente que a esta hora já estaria com um cadastro apreciável, devidamente registado e se a lei fosse mesmo igual para todos, na certa que estaria preso.
O que mais me perturba é o facto de ele ser idolatrado e que se ainda tenha o atrevimento de pedir um Pinto da Costa para Belém.
Toda esta conversa vem a propósito da notícia que acabo de ler sobre a sua recente ida a tribunal por efeitos de mais um caso com a senhora da casa de alterne com a qual viveu e que, pelso vistos, volta e meia metia galheta de três em pipa.
O homem larga o tribunal acompanhado do seu motorista, o qual para mais depressa se livrar o repóprter fotográfico do Jornal de Notícias atroplea-o e, não contente, desobedece à ordem de paragem do agente da PSP. Ele, a advogada e a seita dele.
Se não bastasse todas aquelas histórias à volta do apito dourado, ao amaranhado de corrupção, ao facto dos dois juízes desembargadores do tempo do Caso Mateus qualificarem o estado actual do futebol português próximo da Máfia e da Camorra, estas companhias com aquele sujeito se faz acompanhar em público arrepia o melhor comportamento e costumes da Sociedade Portuguesa.
Aquilo é corrupção, casas de alterne e todos os negócios daí emergentes, para além de gente que o acompanha que o cadastro criminal faz inveja ao somatório dos cadastros criminais do pessoal aqui da Quinta da Bela Vista, os quais por atirarem uma pedra são presos, mas atropela-se e faz-se trinta por uma linha anda-se impune.
É isto um dirigente desportivo.
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Como a Naval ficou na I Liga em 2006 e nós descemos..via notícia do JN
Atentemos, pois, na notícia em Junho de 2008 com dados compilados do JN e confirmados no site da PGR:Um agente de futebolistas, colaborador do empresário Jorge Baidek, está acusado pelo Ministério Público por dois crimes de corrupção desportiva. Em causa a oferta de 30 mil e 40 mil euros a três atletas do Penafiel para perderem com a Naval.
O caso remonta à última jornada do campeonato da época 2005/06, na 1.ª Liga. Naquela altura, a equipa da Figueira da Foz estava obrigada a ganhar, sob pena de descer de divisão.
Naquela ocasião, a 4 de Maio de 2006, três dias antes da decisiva partida - que a Naval acabou por vencer por 1-0 -, dois futebolistas do Penafiel foram abordados por Márcio Roberto Nascimento, brasileiro de 42 anos. Este colaborador do empresário Jorge Baidek estava em Penafiel, à espera do fim do treino e de Juninho Petrolina (hoje no América, do Brasil). Apresentou-se como agente, mostrando-se interessado em arranjar clube para o brasileiro.
O atleta mostrou-se interessado, tendo trocado contactos. Da parte da tarde, Márcio Roberto, conhecido também como "Beto Andrade", telefonou cinco vezes para Juninho, dizendo-lhe ter arranjado um clube. Pediu, por isso, para reunirem de imediato num hotel em Gaia.
Entusiasmado, o futebolista pediu a um primo para o acompanhar. Chamou um táxi e foi ao encontro do agente. Chegou ao hotel e ficou indignado quando ouviu o nome do clube interessado: a Naval. Considerou falta de ética existir uma abordagem antes do jogo entre ambas as equipas e não acreditou que a Naval, ainda sob o risco de descer de divisão, estivesse a preparar a época seguinte. Decidiu acabar o diálogo.
Só que o pior ainda estava para vir. Mário Roberto insistiu para continuar a conversa e disse, até, estar disposto a pagar-lhe 40 mil euros para que, no jogo, não se esforçasse, facilitando a vitória da equipa da Figueira. Além disso, oferecer-lhe-ia um contrato de duas épocas, em condições de salário a negociar. A oferta foi recusada de imediato e Juninho saiu, sem mais palavras. Contou tudo ao treinador, Luís Castro.
No mesmo dia, mas noutro momento, acontecera outra abordagem. O agente esperou Nuno Diogo (hoje no Leixões) à saída do treino e, também após conversa sob o pretexto de uma transferência, ter-lhe-á proposto pagar 30 mil euros - a repartir com o guarda-redes Nuno Santos - para facilitar o jogo. Também denunciou ao treinador. Através de Luís Castro (hoje no F. C. Porto), ficaram todos a saber que Wellington também terá sido contactado, com oferta de 30 mil euros, através de um colega do Sp. Braga. A PJ-Porto investigou o caso.
Segundo a acusação do DIAP do Porto, o caso configura dois crimes de corrupção desportiva activa, tentada, cada um punível com até dois anos de prisão.
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Boavista pode ir para os distritais
Não tenhamos nós aquilo que na política se designa por sentido de estado, não tenhamos nós um pingo de juízo e não tenhamos nós a sapiência em deixar que os eleitos façam o trabalho para o qual foram eleitos, então se não diexarmos que as coisas corram o menos anormalmente possível, é bom, termos em conta o que aconteceu a outros clubes sobejamente conhecidos, por efeitos de más práticas, de gestões danosas, como foi o caso do Boavista, do Salgueiros, do Farende e por aí fora.
E se anmda assim tanto distraídos, há clubes de menor nomeada que mem sequer vão pôr as chuteiras em uso este ano, a saber: União de Coimbra, Arcos de Valdevez e Rio Maior.
Isto não dá que pensar?
O Boavista está a negociar a suspensão dos impedimentos levantados por ex-jogadores, que inviabilizam a inscrição na II Divisão de futebol e podem condenar o clube aos Distritais, disse a administradora Adelina Trindade Guedes.
"O Boavista está a pedir aos jogadores e treinadores com impedimentos para os suspenderem, não que desistam, para poder viabilizar a inscrição na II Divisão", referiu Adelina Trindade Guedes à agência Lusa.
A administradora da SAD tem em mãos um processo com mais de uma dezena de ex-jogadores e ex-treinadores que levantaram impedimentos devido a dívidas de cerca de 700 000 euros, os quais impedem a inscrição dos "axadrezados" na II Divisão.
Caso não consiga reunir o montante em dívida, ou não consiga chegar a acordo com os jogadores e treinadores credores a SAD, o Boavista pôs já em movimento um plano "B", que passa pela inscrição do clube nos Distritais.
Como medida "preventiva", o clube inscreveu-se na II Divisão da Associação de Futebol do Porto (AF Porto), meramente para acautelar a impossibilidade de reunir as condições necessárias para participar na II Divisão nacional.
"É uma medida meramente preventiva e até pode acontecer que o Boavista se apresente a competir esta época com duas equipas de futebol. A SAD na II Divisão e o clube nos Distritais", explicou a administradora.
De clube campeão nacional em 2000/01, com presença assídua nas competições da UEFA, o Boavista arrisca-se em apenas três anos a cair sete degraus na escala futebolística nacional, até ao patamar mais baixo.
Adelina Trindade Guedes acredita que "até ao fim do prazo, e até tendo em conta que a II Divisão só começa em Setembro, a SAD do Boavista irá reunir as condições necessárias para poder viabilizar a inscrição".
"Os contactos com os ex-jogadores e ex-treinadores estão a decorrer em bom ritmo e o Boavista tem denotado alguma receptividade à proposta de adiamento dos impedimentos", referiu.
O Boavista, ainda de acordo com a administradora, está a procurar "sensibilizar" estes credores de que "a única forma de eles poderem vir a receber os montantes em dívida é ajudando a viabilizar a SAD".
"Nós não queremos que eles desistam, mas que suspendam, para que o Boavista possa inscrever jogadores", adiantou a responsável "axadrezada", acrescentando que "a viabilização passa apenas por eles".
A SAD do Boavista não tem receitas próprias, tem praticamente os cofres vazios e, apesar dos esforços realizados no sentido de reunir o montante necessário, o processo está a revelar-se "muito difícil".
"Neste momento estamos a envidar esforços no sentido de reunir o montante necessário à viabilização [que passa por cerca de 700 000 euros no imediato], mas está muito difícil", referiu Adelina Trindade Guedes.
A forma de o Boavista ver regularizadas as dívidas a jogadores e treinadores passa ainda pelo pagamento daquela quantia através do recurso a um investidor ou a um fundo externo à SAD.
"Será sempre alguém de fora e não a SAD, que não tem fundos próprios, a proceder ao pagamento destas dívidas", explicou a administradora, sem esconder o momento difícil que o clube atravessa.
O Boavista vai, entretanto, eleger sábado os novos corpos gerentes para o triénio 2009/11, numa eleição disputada entre o actual presidente Álvaro Braga Júnior e o ex-dirigente "axadrezado" Hernâni Ascensão.
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Lampiões tesos

O SL Benfica não vai receber um tostão do contrato de publicidade assinado com a Sagres, que devia ser pago em prestações anuais até 2020, avança a edição de sexta-feira do SOL.Esta quantia, que ascende a mais de 43 milhões de euros, encontra-se já cativa e irá direitinha para o BES, para liquidação de dívidas, não passando sequer pelo clube. Isto mesmo consta de 4 cartas assinadas por Luís Filipe Vieira e dirigidas ao presidente da Central de Cervejas, Alberto da Ponte, a que o SOL teve acesso.
Fonte oficial do clube da Luz considerou esta situação «normal», pois «o Benfica tem contas naquele banco». Mas a verdade é que os mais de 40 milhões que o Benfica deveria receber ao longo dos próximos 10 anos já estão gastos.
Entretanto, o Centro de Estágio do Seixal está a funcionar em situação ilegal, pois nunca obteve licença de utilização por parte da Câmara. E esse processo não parece adiantado, visto que uma fonte camarária disse ao SOL que o mesmo ainda se encontra na CCDR de Lisboa a aguardar parecer.
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A birra versão II

Não sei se o menino já nasceu birrento, se é moda lá do Caçaddor das taipas de onde ele veio descoberto pelo Quinito, salvo erro, se anda mal aconselhado.
O que é facto é que depois da birra que ele fez no Restelo em recusar-se a treinar para ir para os andrades (grandes amigos que nós lá temos, que não sai de lá um único jogador para ajudar o Clube, e ainda houve o ano transacto um speaker a pedir palmas ao Pinto da Costa...memória fraca desta gente), chegando a andar de óculos de sol, mais fazendo lembrar a Natércia Barreto e os eus óculos de sol, senão vejamos como era a letra:
Já arranjei muito bem
Tudo quanto convém
P’ra praia levar
O pente, o espelho, o baton
E o creme muito bom
P’ra me bronzear
Tenho o meu rádio portátil
E o bikini encarnado
Também está no meu rol
E como é bom de ver
Não podia esquecer
Os meus óculos de sol
O menino faz agora a birra versão 2 ao serviço do Braga para ir para os bracinhos não do Jesus salvador, mas da Diana.
Da outra vez, como a vida da Isabel Figueira estava localizada a norte lá fez a birra da Isabelinha, agora faz a birra da Diana.
E o que mais me chateia é termos jogadores que nem homens são. Onde é que se já viu um pai ameaçar meter a mãe do filho de ambos em tribunal para dar a custódia de fiha à concubina de ocasião?
Sp. Braga confirma processo disciplinar a César Peixoto
O Sp. Braga confirmou que foi instaurado um processo disciplinar César Peixoto. Em causa está uma atitude do jogador bracarense no jogo particular de sábado. Apesar de não existir confirmação oficial, fonte do clube revelou à Agência Lusa que o jogador, que o Benfica pretende contratar, recusou alinhar.
Segundo um comunicado divulgado no sítio do clube na Internet, César Peixoto foi convocado pela equipa técnica para esse desafio, mas por "factos ocorridos no decurso do mesmo, e face à gravidade da situação, foi de imediato instaurado o competente inquérito para averiguação exacta de tudo quanto se passou".
"O atleta já foi notificado do procedimento disciplinar com a respectiva nota de culpa, seguindo agora o processo os restantes trâmites legais", informa ainda o clube de Braga.
Ainda segundo o comunicado, o Sporting de Braga não tem "conhecimento direto de grande parte dos factos relatados nos meios de comunicação social relativamente a uma possível transferência do atleta em causa e dos contornos da mesma".
"A verdade é que não há fumo sem fogo, e o passado recente demonstra que poderemos estar novamente perante uma estratégia de pressão sobre o Sporting de Braga SAD e o seu atleta", acrescenta a nota.
Os responsáveis bracarenses consideram mesmo que "todas as notícias que têm vindo a público relativamente ao jogador em causa tiveram uma grande influência no sucedido, pois em nada contribuem para a estabilidade do atleta, bem como de todo o grupo de trabalho".
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A Madeira é um j(J)ardim
Isto no nosso Belenenses é uma tremenda chatice, quando ganhamos.
De repente, os profetas da desgraça acoitam-se debaixo das saias das mamãs.
Escondem-se em becos algo escuros.
Os sabichões da bola, autênticos olheiros netianos, que da realidade sabem nada fogem de mais uma vitória conseguida por um treinador que eles não querem, por alguns experientes e muitos miúdos cheios de genica, por um jogador que está ser eleito este ano como o sucessor de Silas este ano na maldicência permanente: falo do Cândido Costa, como é óbvio.
Depois, SAD também não presta e a grande chatice, como o foi no tempo do Cabral Ferreira, é as bolas estarem semmpre a entrar na baliza dos outros.
Na nossa é que é porreiro para esses sabichões.
Enfim, desde a vitória com o europeu Nacional da Madeira que os dias andam maus para esse tipo de gente que se acoita na condição da arte de mal-dizer em toda a sela...ainda se soubesse calvagar, mas nem num burro sabem andar.
Bom fiquem-se com o AJJ.
O jornal Record de 3.10.2005, trás uma informação que diz que o Maritimo da Madeira tem um orçamento para este ano de 7,5 milhões de euros (Um milhão e quinhentos mil contos ) e o Nacional da Madeira tem um orçamento de 5 milhões de euros (um milhão de contos na moeda antiga).
Só que….
Quem dá este dinheiro a estes 2 clubes é o Alberto Jardim através do Governo Regional da Madeira
Ou seja, este valor é pago com o dinheiro dos nossos impostos.
E é aqui é que a porca torce o rabo!
Como é que se chega a um estado destes é que é inconcebível.
Até que se cortam direitos aos trabalhadores por falta de dinheiro.
Segundo o jornal os orçamentos dos clubes para esta ano são:
PORTO – 60 MILHÕES DE EUROS
BENFICA 25 MILHÕES DE EUROS
SPORTING 20 MILHÕES DE EUROS
MARITIMO DA MADEIRA - 7,5 MILHÕES DE EUROS (pagos com o dinheiro dos teus e meus impostos)
NACIONAL DA MADEIRA - 5 MILHÕES DE EUROS (pagos com o dinheiro dos teus e meus impostos)
BRAGA – 4 MILHÕES DE EUROS
BELENENSES – 3,9 MILHÕES DE EUROS
BOAVISTA 3,8 MILHÕES DE EUROS
GUIMARAES – 3,3 MILHÕES DE EUROS
Os restantes clubes da 1ª divisão são perto de 2,2 milhões de euros de média,
E ainda temos alguns com ordenados em atraso como o caso do Setúbal
É um absurdo os nossos impostos andarem a pagar os ordenados ao Marítimo e ao Nacional da Madeira.
Quando é que acaba a pouca vergonha do AJJ da Madeira andar a gastar o nosso dinheiro no futebol, quando ele faz falta para tanta coisa?
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Clubes são “veículos perfeitos para a lavagem de dinheiro”, alerta OCDE
Um relatório do Grupo de Acção Financeira (FAFT-GAFI) da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) aponta os clubes de futebol como “veículos perfeitos para a lavagem de dinheiro” por criminosos.O documento salienta que a lavagem de dinheiro sujo através do futebol não passa apenas por investimento em clubes, mas também pelas transferências de jogadores, que por vezes envolvem “verbas astronómicas”, pela indústria de apostas, designadamente online, e pelos patrocínios e publicidade.
O relatório, intitulado “Lavagem de dinheiro através do sector de futebol”, salienta que, com a crescente cooperação do sector financeiro no combate à lavagem de dinheiro sujo, os criminosos adaptaram-se e procuraram novos canais para lavar os resultados das suas actividades ilegais, ficando vários sectores de actividade legais em risco de serem infectados pelas suas actividades.
O FAFT-GAFI, organização intergovernamental de combate à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo, assinala que as vulnerabilidades relacionadas com a estrutura, o financiamento e a cultura do sector tornam a indústria de futebol atractiva para os criminosos, destacando que nas duas últimas décadas o futebol passou de um passatempo popular para uma indústria global e os investimentos e fluxos financeiros do sector “cresceram exponencialmente”, nalguns casos com “ligações criminosas”.
De acordo com o relatório, a vulnerabilidade do futebol explica-se pela facilidade de penetrar neste mercado, pela complexidade e opacidade das redes de accionistas e interdependência entre diferentes actores, pela falta de uma gestão profissional do sector, pela diversidade de estruturas legais, de clubes a sociedades anónimas, muitas vezes com gestão autónoma de estádios e outras actividades e de fundos de jogadores.
Já a existência de enormes verbas envolvidas, muitas vezes com elevados fluxos em dinheiro vivo, facilita a vulnerabilidade da indústria num sector em que tradicionalmente grande parte das verbas provinha da venda de bilhetes e quotas de sócios, e pela irracionalidade de algumas verbas envolvidas.
O FAFT-GAFI aponta exemplos de clubes que trocaram jogadores sobreavaliando-os para inflacionarem o valor dos activos nas suas contas e assinala que as dificuldades financeiras de muitos clubes levam os seus responsáveis a aceitar financiamentos de proveniência duvidosa, observando que a actual crise económico-financeira pode acentuar essas dificuldades pela perda de patrocínios e receitas televisivas.
O documento destaca que a importância da imagem dos clubes para a sua actividade pode levar os seus gestores a não denunciar situações de lavagem de dinheiro e outras actividades ilegais de que tenham conhecimento. O FAFT-GAFI sublinha que o estatuto conferido aos dirigentes dos clubes pode ser uma forma atractiva de criminosos obterem prestígio social e ganharem acesso a pessoas e círculos poderosos na sociedade.
A organização apresenta ainda um conjunto de recomendações às autoridades públicas nacionais e internacionais, nomeadamente da União Europeia, e às entidades desportivas internacionais sobre medidas a adoptar para combater a lavagem de dinheiro através das indústrias do desporto.
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Os cornos de Manuel Pinho
Nota Prévia 1 - Desde a antiguidade os cornos são o símbolo do poder e ainda hoje são utilizados um pouco por todo o mundo. Qualquer criança da primária que leia o Asterix sabe bem quais são os povos europeus que os utilizaram regularmente, aliás como também o foram pelos índios americanos ou por indígenas africanos.
Nota Prévia 2 - A conotação com os cornos não terá apenas o significado de poder e pode ter também o conceito de marido enganado, no entanto a representação gestual para este será diferente e consiste num punho fechado com os dedos indicador e mindinho esticados. Neste último conceito concorre o de desiludido por motivos diferentes. A expressão cornos é ainda utilizada sob outros significantes.
Se no parlamento o governo se entretêm a comparar cornos com os deputados, não virá mal ao mundo, afinal os cornos são símbolo ancestral de poder e quanto maiores melhor.
Tanto banzé porque os do ministro que passou a ex-ministro eram pequenos, não se justifica e era de dispensar.
No meio disto tudo fico a saber que o deputado Bernardino Soares ficou com uns grandes cornos e foi queixinhas, enfim, coisas de políticos.
Da "chega de bois" resultou para Sócrates que "Foi um golpe fatal para o senhor ministro da Economia.", acontece.
Perguntar-me-ão o que é que esta "chega" ao bom estilo transmontano tem a ver com o Clube de Futebol os Belenenses, aqui vai:
O deputado comunista chibou-se e "Disse, num aparte, que o ministro foi a Aljustrel distribuir um cheque da EDP à equipa de futebol. Ele fez aquele gesto e disse: tu estás tramado!" (acho a tradução muito má, mas foi o que ele contou).
Ora, ficamos a saber que o (ex-)ministro da economia que se auto-proclamava salvador de empregos, era chegadinho a uns cheques para os clubes de futebol amigos ao intervalo. Está para saber com que contrapartidas ou até se também para os árbitros.
De facto não consigo entender esta política de determinados sectores do poder de forma mais ou menos camuflada, andarem a beneficiarem A ou B em detrimento dos restantes. Também não entendo o motivo de uma empresa afecta ao sector empresarial do estado, andar a distribuir cheques pela mão do ministro. Pior ainda com o que corre sobre a aquisição do "naming" do campo dos lampiões.
No final somos nós todos que pagamos por estas traquinices ministeriais.
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Fernando Mendes droga-se?

Fernando Mendes, 42 anos, fumador em toda a carreira como assume, drogado às vezes, ex-jogador do Belenenses e que passou por todos os clubes campeões nacionais resolveu lançar um livro. Chama-se "Jogo Sujo".
O rapaz lá resolveu meter a boca no trombone e confessar que jogou drogado, protegeu os clubes com claques que lhe pudessem dar uma trepa e dá a entender que terá sido nos médios e pequenos que cometeu o pecado.

Por vezes envolve colegas nas acusações de doping, mulheres nos estágios, corrupção, treinadores a extorquirem dinheiro a jogadores num emaranhado do “diz que disse mas não disse” com dedo acusatório ao Boavista e ao Belenenses.
Como jogador terei que dizer que foi mediano e não me deixou saudades das poucas vezes que o vi jogar com a camisola azul, em boa verdade nem com as outras.
Como jogador profissional, jogou:
Sporting (de 1985 a 1989)
Benfica (de 1989 a 1991)
Boavista (1991/92)
Benfica (1992/93)
E. Amadora (1993/94) 7º
Boavista (1994/95) 9º
Belenenses (1995/96) 6º
F.C. Porto (1996 a 1999)
Belenenses (1999/2000)12º
V. Setúbal 2ºII 13º(2000 a 2002)
Ora jogou no Belenenses (1995/96) 6º lugar no campeonato com 14 vitórias, 9 empates e 11 derrotas e em (1999/2000) que alcançámos elevado 12º com 9 vitórias, 13 empates e 12 derrotas. Será caso para perguntar se o milho que o rapaz tomava não era mesmo da maçaroca porque nos resultados não se vê aquela vitalidade que garante ter havido. A vacina antirrábica já sabemos que nem sempre fazia efeito.
É claro que por questões caseiras descarta-se e aponta o dedo aos colegas por atenderem nos estágios as garinas que iam pedir autógrafos ao quarto dos jogadores durante a noite que ele não era dessas coisas, mas fica sempre bem no livro. Compreendi-te!
Como convém os casos invocados são crimes que não regista a data mas o mais certo é terem prescrito.
No fundo é giro algumas respostas a perguntas que aproveita para divulgar o livro:
A partir dos "vinte e tal anos", houve três clubes onde teve "grandes épocas": Porto, Boavista e Belenenses. Dopou-se no Porto?
Não.
E no Boavista ou no Belenenses?
Não respondo.
Antes destes clubes nunca se tinha dopado?
Que eu soubesse não. Quando chegava a um clube havia muitos medicamentos e nem sempre era informado do que andava a tomar. Havia clubes que nos davam cápsulas sem qualquer nomenclatura ou a marca do medicamento. Hoje o controlo é mais apertado e os clubes não arriscam tanto.
Então como é que diz que não foi dopado? Não sabia a milho?
"Havia jogos em que entrávamos no balneário e perguntávamos: onde está o milho? Aparecia o massagista com uma bandeja recheada de seringas para dar a cada um. Parecíamos galinhas de volta do prato, à espera da vez"
Fernando Mendes diz que todos sabiam, mas ninguém se insurgia. Colegas falam de busca de protagonismo pelo antigo internacional.
"Cada um que fique com a sua consciência", atira João Vieira Pinto, seu companheiro no Benfica, Boavista e selecção. "Nunca precisei de tomar nada para vencer. É uma das coisas de que mais me orgulho na vida", refere, assumindo-se um crítico severo do uso de doping. Colega de Mendes no Belenenses, Taira mostra-se surpreso com a atitude do autor de "Jogo Sujo", acusando-o de querer protagonismo. "Nunca usei ou vi colegas a consumir doping e duvido que tal tenha sucedido no Belenenses", sustenta Taira. "Fomos sujeitos a vários controlos e não houve casos positivos", acrescenta. Tulipa, que se cruzou com Fernando Mendes em épocas diferentes, também nega ter assistido a algo suspeito.
Tais situações são ainda "novidade" para os então presidentes do Boavista e do Belenenses, dois dos clubes indiciados na autobiografia. "Não tenho conhecimento de tal", sustenta Valentim Loureiro, que remete a eventual responsabilidade destes actos para o jogador e para os médicos ou massagistas de então. "Isto é uma parvoíce", frisa José António Matias, alertando que o "jogador devia ter denunciado tais práticas era na altura".
Segundo Luís Horta, director do Conselho Nacional Anti-Dopagem (CNAD), o número de casos positivos no futebol tem diminuído substancialmente em relação aos anos 90 - rondavam os 2% das amostras recolhidas contra os menos de 1% nesta década. Em 2008, houve apenas 3 casos, equivalentes a 0,3% das análises. "Hoje, os controlos são muito diferentes, realizados sem aviso prévio, em competição e fora dela, à urina e às vezes ao sangue", diz Luís Horta, que não tem dúvidas que "é impossível um clube ou atleta saber que será alvo de controlo".
Os clubes são sorteados por sistema informático e os jogadores sorteados 15 minutos antes do final do jogo. Este sistema foi montado no final de 90, após a PJ, em colaboração com o CNAD, ter detectado que um funcionário deste organismo e um médico com ligações a clubes "vendiam substâncias dopantes e informação de controlos", o que levou à prisão dos dois implicados.
“... no final de um jogo em que tínhamos usado «doping», chegávamos ao balneário e pedíamos a «anti-raiva»: uma cápsula que nos era dada para baixar a dose que tínhamos tomado anteriormente”
Olha, vai dar banho ao cão e aproveita lava a boca.
Etiquetas: Casos Futebol, Concorrência Desleal

Á atenção dos incautos: Dias da Cunha prevê fim do Sporting em 10 anos

Aquilo que se vai passando no futebol português, por regra, passa sempre ao lado do fenómeno que é o Clube de Futebol "Os Belenenses", o qual tem para os próximos dois anos duas listas a concurso em que:
1. uma diz que não ficará um cm2 sem ser utilizado na competição desportiva e
2. outra diz que vai pugnar pelo ecletismo.
Depois, a gente olha para o lado, e eu como faço questão por não andar distraído face à falência generalizada do futebol e, antes dele, das modalidades ditas amadoras na generalidade dos clubes, os quais tomam uma de duas posições:
1. ou vão acabando com elas
2. ou vão concedendo a clubes satélites que tomem conta de algumas suas actividades como seja o caso do Marítimo e União da Madeira terem delegado no Madeira SAD o andebol profissional e o Braga, via Câmara Municipal, ter delegado no ABC o dito andebol. Outros exemplos podiam aqui serem citados de outras modalidades, mas fiquem-nos pela modalidade que mais espectáculo gera, logo a seguir ao futebol: o andebol.
Nós, para além do andebol que já havia nos moldes actuais, temos vindo a introduzir mais vícios e ninguém ousa acabar com eles.
Depois, queremos ter um futebol competitivo quando é certo que o clube quase não desvia um tostão para a SAD de que é maioritário e depois afunda-se nas contas à pála das modalidades.
E como o Complexo Desportivo do Restelo ficou cheio a abarrotar de edifícios em 2003 com a introdução de mais um pavilhão ilegal, ainda querem lá fazer o quê?
Portanto, se olharmos para o lado em que vemos que os nossos parceiros arranjam nomes sonantes para dirigir os seus clubes, nós não arranjamos mais que um João Barbosa ou um Viana de Carvalho, os quais ao lado dos restantes são pigméus.
E agora atentem nas palavras do Dias da Cunha, o tal que despoletou não só a descoberta do "sistema", como do "Apito Dourado", no que concerne ao cLube de Alvalade.
Depois, ninguém diga que não foi previamente avisado do que o futuro nos reserva a persistir-se nesta esupidez do eceltismo.
O antecessor de Soares Franco na presidência do Sporting vai faltar ao "beija-mão" que considera ser o oitavo Congresso do Sporting.
O evento acontece depois de um interregno de 13 anos, reunindo 414 delegados e mais de 200 recomendações, com o objectivo de preparar o clube para o futuro.
"Se isto for levado por diante e os sócios não se opuserem, o Sporting, daqui por 10 anos, já não existe. E estou a ser optimista", criticou Dias da Cunha, referindo-se ao plano de reestruturação financeira do Conselho Directivo, liderado por Soares Franco, que fora seu vice-presidente.
Segundo Dias da Cunha, ainda está por explicar o plano de emissão de Valores Mobiliários Obrigatoriamente Convertíveis (VMOC) de 55 milhões de euros "e a passagem dos únicos investimentos que ainda restam" (a Academia de Alcochete e o Estádio José Alvalade) para a SAD dos "leões", segundo o projecto da actual direcção, visando reduzir o passivo dos actuais 245 milhões de euros para 141 milhões de euros.
O antigo presidente sportinguista teme que a SAD "caia" depois em mãos que não as dos sócios do clube, já que o domínio daquela sociedade anónima ficará para quem possuir "a maioria dos papéis do empréstimo obrigacionista", na sua opinião.
Etiquetas: Casos Futebol, Passivos


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