Pesquisas nos arquivos mensais deste blogue
Já tenho recebido algumas indirectas pelo facto de eventualmente ter apagado os posts de uma determinada zona do tempo desde blogue.O certo, verto é que há uma zona temporal onde, de facto, tal não é possível pesquisar.
Concretamente entre Outubro de 2005 a Dezembro de 2006 nem eu consigo visualizar os posts. Estes, no entanto, não desapareceram e estão lá todos.
Como não sou expert de informática, não sei como fazer para disponibilizar os conteúdos.
Se algum associado tentar pesquisar no bogue nessa zona e der erro, pode-me solicitar a mim, já que estão lá todos posts.
Finalmente se alguém estiver na disposição em me ajudar e verificara coisa no template, faça o favor de dizer e a gerência agradece.
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Comentários no Blogue

Serve este post para vos transmitir que, segundo me parece, o fornecedor do Haloscan,, ferramenta pela qual tem servido para aqui serem deixados comentários por parte de alguns leitores, parece exigir dinheiro de assinatura anual para se continuar a ser utilizado.Desta forma, e enquanto não encontrar uma solução mais económica, deixo-vos à disposição os comentários via Blogger e via Haloscan, sendo certo que só o da Blogger funciona.
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Comentários via Haloscan e via Blogger

Serve este post para vos transmitir que, segundo me parece, o fornecedor do Haloscan,, ferramenta pela qual tem servido para aqui serem deixados comentários por parte de alguns leitores, parece exigir dinheiro de assinatura anual para se continuar a ser utilizado.Desta forma, e enquanto não encontrar uma solução mais económica, deixo-vos à disposição os comentários via Blogger e via Haloscan, sendo certo que só o da Blogger funciona.
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O Jogo (?) desmente-se na mesma edição (actualizada)
As notícias do jornal "O Jogo" alinhadas com comentários ás presas em determinado blogue dito do Belenenses, onde se prepara o estalo à Direcção em consonância com tais notícias, é algo de inolvidável.De facto, estou farto de aqui assinalar a descontinuidade da linha editorial em relação nosso Clube, onde estranhamente surgem notícias claramente fora da realidade.
A prova é que na mesma edição online do jornal "O Jogo", há a notícia do anúncio de greve dos nossos jogadores por alegados salários em atraso e há, também, o seu desmentido.
E há, também, a mãozinha do Joaquim Evangelista, o qual levava sopa do Cabral Ferreira, agora não sei se o senhor é ou não recebido, para não falar já que um dos habitués do Restaurante Varanda Azul é o actual Presidente do Estrela da Amadora, clube a cuja pressidência o João Barbosa não é isento de tentar concorrer a presidente do Amadora.
Depois, como é que é possível, nesta altura da época, em que eu sei haverem problemas em Setúbal, para falar apenas do que sei e não do que poderia especular, como é possível, pergunto eu, andar-se com o nome do Beleneneses na boca nesta matéria, se foi o 1º clube a cunprir os pressupostos financeiros da Liga?
Agora, some-se tudo isto e pergunte-se quem anda a fornecer material noticioso CONTRA O BELENENSES OU CONTRA A DIRECÇÃO DO BELENENSES ao jornal O Jogo.
Ora, vejamos nas chamas últimas notícias, já depois de impressa a versão em papel, a qual conterá a verdade inicial, isto é algo como isto: Belenenses com salários em atraso/ Jogadores preparam-se para a greve.
13:57 - Futebol - Belenenses
Salários em atraso regularizados
A administrador da SAD do clube do Restelo, liquidou esta manhã os salários em atraso que dizem respeito ao mês de Outubro.
Já o sub capitão de equipa, Cândido Costa, um já veio a público confirmar esse mesmo pagamento no entanto, o jogador referiu que estes atrasos são “uma situação compreensível para o panorama do futebol português” acrescentando ainda que houve uma conversa de balneário onde “os jogadores devem ter consciência que têm de dar não 100, mas 200 por cento em campo”.
Para esta tarde, há novo treino agendado para as 15 horas no Restelo.
(Fim da obra de arte, que só será publicada na versão de papel amanhã, porque durante 24 horas somos porcamente retratados como bando de malfeitores)
Ver um porco a andar de bicicleta era mais difícil, mas no tal blogue os comentários de miserabilismo do Belenenses são ás mãos cheias.
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Reflexão sobre os leitores deste blogue ou da net azul
Apesar dos números diários de visitas serem apenas um pormenor da existência deste blogue, dado que a essência está naquilo que é aqui escrito, maioritáriamente com textos autoriais, não deixa de ser um facto o seguinte:1. De cada vez que assumo num qualquer post uma crítica à actual Direcção, o contador começa a contar à velocidade acelerada;
2. De cada vez que a equipa de futebol perde, o contador volta a acelerar;
3. Quando a equipa de futebol faz alguns resultados interessantes, o contador baixa o número de visitas e aponto dois dias: empates com o Sporting e com o FCPorto;
Ou seja, a maioria das pessoas que andam pela net azul, desejam, embora escondidamente, que se observe o quanto pior melhor.
Ainda há poucos dias tive de dizer a um amigo que enquanto o Cabral Ferreira esteve na Direcção fartaram-se de berrar, passando a estado de morbidez ou de letargia nas gestões de Fernando Sequeira e de João Barbosa, em que se calaram a bom calar,e no entanto, o Cabral Ferreira deixou-nos lucro do exercício e os outros dois deixaram-nos 4,7 mihões de euros de prejuízo. Agora, voltaram ao activo, em vãs tentativas do quanto pior melhor.
Pessoalmente, tenho tido o maior dos cuidados em que um post meu seja conspurcado por comentários menos propositos, se bem que anote que poucos são os comentários a propósito do post em si.
A net azul não, a meu ver, servir de fio de transmissão de empatias ou antipatias que por aí andam e chegam aqui e descacm em A ou B.
Por mim, tais comentários ficam no congelador e não patrocino guerras nenhumas entre C e D.
De-se transmitir um pouco de paz e tranquilidade, porquem, acreditem, a Vida é muito difícil.
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3.000 posts
Há marcos que marcam qualquer publicação, como um jornal ou um mero blogue.Por vezes, o número de visitas não se me revela importante, sendo que para o que mais conta é transmitir aos outros aquilo que eu penso da Vida e do Momento do Belenenses perspectivando, com isso, o Futuro do nosso Clube, daí que os números diários sejam-me irrelevantes, embora sejam simpáticos.
O certo, certo é que este blogue já conseguiu publicar 3.000 posts, sendo, ainda, certo que mais umas centenas estão a aguardar melhores dias e outros do momemto surgirão, numa amálgama do passdo e do presente, já, por infeliçadade do nosso Clube, muitas coisas que já escrevi e não estão editadas com algum tempo, mantêm-se actuais.
Pena é não conseguir fazer os 6.000, porque a Vida preparou-me uma antecipada despedida cá deste lado, não se sabe exactamente quando.
Como atrás disse, os números são pouco importantes para mim, mas agradeço a todos que consultam este meu espaço e já agora, em especial àqueles que me vão, sem se darem conta, nos seus comentários deixando "deixas" que contribuiem para um novo post.
Gostava de comemorar este tipos de marcos quando a equipa de futebol está em alta, mas parece que a teimosia em lá se manter aquele treinador não me permite sonhar que um mero lugar de não descida de divisão.
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A zona Estádio do Restelo no início do Século XX
A foto é dos primeiros anos do séc. XX. O autor foi o famoso Joshua Benoliel. Que local é este?Pois é, não era fácil! A foto é do famoso Hipódromo de Belém, nos terrenos perto do santuário do nosso "Belenenses" e descrito assim nos Maias: "Diante deles, o hipódromo elevava-se suavemente em colina, parecendo, depois da poeirada quente da calçada e das cruas reverberações da cal, mais fresco, mais vasto com a sua relva já um pouco crestada pelo sol de junho, e uma ou outra papoula vermelhejando aqui e além. [...] Para além, dos dois lados da tribuna real forrada de um baetão vermelho de mesa de Repartição, erguiam-se as duas tribunas públicas, com o feitio de traves mal pregadas, como palanques de arraial."
Esta situação de o Belenensess ter sido obrigado a construir o Estádio do Restelo na pedreira que o município de Lisboa fez o favor de nos ceder para "compensar" aquilo que eu considero ser o esbulho das Salésias, vem demonstrar pela foto supra da mais valia que o nosso Clube deu àqueqal região de Lisboa.
De facto, ali quase não havia nada, sendo que as construções mais perto datam de alguns séculos e são monumentos nacionais, como seja o Mosteiro dos Jerónimos e umas fábricas que por ali haviam.

Hoje em dia, é uma das zonas mais nobres de Lisboa, aquela onde, talvez, o m2 de terreno assume valores assombrosos e onde a todos é permitido beneficiar da mais-valia gerada pelo Clube de Futebol "Os Belenenses", com execepção do motor daquela zona urbana de Lisboa que fomos precisamente nós.
Na hora em que celebramos os 90 anos de História do Clube estranho bastante a não citação deste tipo de questões que têm muito a ver não só com os sentimentos históricos,mas com os valores imobiliários que outros que não nós se preparam para num projecto imobiliário ficarem de vez com os terrenos que eram nossos e deviam ser nossos e há que lutar para serem nossos.
Como não pagámos, expropriararm-nos o que antes no deram e ainda continuam em dívida na compensação em lotes de terrenos pelo chumbo do projecto imobiliário, o qual, diga-se, se já tivesse sido implementado acredito mais que em vez de 500 modalidades, teríamos 1.500 modalidades ditas amadoras.
E, tal como o Bingo, lá se ía o dinheiro como uma mão cheia de areia e outra de coisa nenhuma.
Foto de cima: extraída do: Blog da Rua
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Reflexão
Os que me vão fazendo o favor de ler, podem estar cientes de que o signatário estrá nos dias de hoje, por efeitos de agressivos tratamentos a que acabei de ser sujeito durante 10 dias seguidos e após a combinação disso com os efeitos laterais ao nível de dores físicas insuportáveis associando a isto dois maus resultados da equipa de futebol do Belenenses, a natural reacção de uma pessoa normal neste estado, seria, talvez, de desistir de muita coisa, incluíndo o Belenenses.Se enveredar por tal caminho, estou certo que será pior para mim, pelo que vou-vos chateando enquanto aqui puder vir dar nas teclas e exprimir o que penso sobre o Clube. Ir ao Restelo é muito complicado.
Vejo, com tristeza, que no entanto, em muito boa gente com eventual bom cabedal, sem eventuais problemas ao nível dos que tenho, caiem na fácil tentação de desistir.
Uns embirram, outros amuam, outros, ainda, zangam-se uns com os outros e com isto vão dando balas para que os nossos adversários e inimigos, porque também os temos, fiquem mais fortes justamente porque nós nos deixámos enfraquecer na luta de uns contra outros, fazendo lembrar aqueles que no seio dos partidos políticos se vão pondo em bicos de pés para serem nomeados para alguns tachinhos e outros que criam os lobbies pessoais para se auto-promoverem.
Não necessito, nunca necessitei disso e até recusei ser deputado à Constituinte pelo Distrito de Setúbal em lugar elegível (6º).
Se tivesse residido em Lisboa, quase na certa seria sempre candidato a presidente do Belenenses para impor o Clube perante os outros e voltar a colocá-lo no seu devido lugar.
Tenho uma grave doença, sendo pomposo a gente poder chamar a isto de doença, mas tenho certamente uma outra e que se chama belenensismo e pelo qual me baterei enquanto tiver forças para aqui vir.
A desistência, a fuga, a desresponsabilização e outros vocábulos afins não constam do meu modo de vida e da minha maneira de ser.
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Milene Domingues, a jogadora mais sexy

Iniciou sua carreira esportiva na equipe feminina de futebol do Corinthians. Em 1997 entrou nos livros dos recordes por fazer 55.197 embaixadinhas com uma bola durante nove horas e seis minutos.O auge de sua popularidade foi em 1999 ao se casar com Ronaldo, então na Inter de Milão e considerado um dos melhores futebolistas do mundo. Tiveram um filho, Ronald, nascido na Europa. O casamento durou quatro anos, e durante essa época Milene ficou conhecida como "Ronaldinha", especialmente na Espanha. A sua transferência para o futebol espanhol foi a mais cara até então para uma jogadora de futebol feminino, custando cerca de £200,000. Apesar disso, Milene não pôde atuar pelo campeonato espanhol até 2004, pois era proibida a participação de atletas estrangeiras na liga feminina. Dessa forma, atuava apenas em amistosos. O auge de sua carreira futebolística se deu ao ser convocada para a Copa do Mundo de Futebol Feminino de 2003, enquanto jogadora do Rayo Vallecano. Apesar de não disputar a liga espanhola, seu bom desempenho nos amistosos de seu clube (chegou a marcar 5 gols em um único jogo) foi o suficiente para garantir a jogadora mais bem paga do mundo na maior competição do futebol feminino. Durante a Copa, Milene foi reserva no time do técnico Paulo Gonçalves, utilizando a camisa 20. Faziam parte do grupo, jogadoras como Marta, Cristiane e Kátia Cilene.
Freqüentemente é convidada em programas televisivos de futebol e de entretenimento na Espanha, tendo inclusive comentado jogos da Copa do Mundo de 2006 na Alemanha.
Se retirou do futebol em 2009, em virtude de lesões no joelho, um ano depois de ter sido campeã da 2ª Divisão espanhola com o Pozuelo.
Atualmente está casada com David Aganzo, ex-jogador do Real Madrid que atualmente atua pelo Rayo Vallecano.
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Dava para presidente dos verdadeiros belenenses
Notas Prévias:Os verdadeiros belenenses têm demonstrado em diversas situações mais depressa andarem contentes e felizes da vida com o Belenenses das 1001 um noites, ou das 501 modalidades que terem um Belenenses virado para aquilo que dá notícia ao Clube.
Uns, poucos, já amansados pela máquina trituradora do Clube, queixam-se que já quase não somos notícia.
E quando o somos é para falar de dívidas.
O Laurentino Dias diz, que tirando o Futebol, o mais o resto é uma boa política desportiva para o Desporto nacional tudo aquilo que ele tem andado a fazer nesta legislatura, para assim resumir o seu papel à frente da Secretaria de Estado do Desporto, obviamente com um olho piscado ou à Liga ou à FPF.
Repare-se que também o ex-líder da ex-comissão de gestão, arranjada pelo conselho de anciãos e legitimada de forma ilegal, também disse que tirando os salários do futebol, todos os demais estavam liquidados e quanfdo haviam atrasos, ou não pagava pou anunciava que talvez fosse pagar uma parte no dia X.
Tal teoria do senhor secretário de estado encaixa na perfeição no perfil há décadas definida pelo conselho de anciãos para este clube.
Sobre o conselho de anciãos, ando aqui com a pulga atrás da orelha, uma vez que eles aumentaram o stock de "ilustres" para 45, quando "só" eram 35 e agora meteram lá um ou outro garoto provavelmente para lhes servirem as bicas ou os whiskies.
O secretário de Estado da Juventude e do Desporto, Laurentino Dias, considerou hoje que o desporto português "está com saúde", apesar dos problemas que o futebol profissional atravessa, nomeadamente financeiros.
O problema é o do costume, ele conhece os problemas, mas abstem-se, tal como os anciãos, de tomarem iniciativas legislativas para minorar os problemas, sendo certo que a questão da corrupção e do financiamento dos clubes desportivos para obras de melhoramento dos seus estádios podiam, e deviam, ter um enquadramento legal de concessão de várias facilidades, nomeadamente no acesso aos capitais a juros bonificados.
Também as duas anteriores gestões à que está lá hoje, se abstinham de tratar seriamente dos assuntos do futebol, daquilo que deu origem ao Belenenses, antes refugiando-se nas modalidades, tal e qual como Laurentino Dias. Pena foi não terem levados medalhas do secretário de estado, porque o substituiram na perefição no Belenenses.
Agora que ele está a terminar o mandato é melhor pormo-nos à cautela não vá desembracar em Belém.
Enfim, é mais outro a fazer companhia ao Madaíl na ilustre asssistência gratuita a jogos de futebol e já deve ter bilhete para ir à Dinamarca e à Hungria.
"O desporto português está a viver bons momentos, de tranquilidade, exceptuando os problemas localizados no futebol, de natureza financeira, com a dificuldade de alguns clubes. Exceptuando isso, todas as demais modalidades estão a funcionar com tranquilidade. O desporto português está com saúde", disse Laurentino Dias.
O governante falava à margem da cerimónia de cunhagem da moeda comemorativa da segunda edição dos Jogos da Lusofonia Lisboa 2009, que se disputam no distrito lisboeta entre 11 e 19 de Julho.
Laurentino Dias avançou não ignorar “os problemas que o futebol atravessa", sublinhando que o governo, pela sua parte, acompanha de perto a situação, mas cabe à Federação Portuguesa de Futebol, Liga de clubes e Sindicato dos jogadores "encontrar soluções".
"As decisões já tomadas no âmbito da Liga e Federação, com o Sindicato, são soluções no bom sentido. A situação está difícil para todos", disse, avançando que espera que entre o final do mês de Junho e Julho "as coisas estejam resolvidas".
A moeda hoje cunhada na Imprensa Nacional - Casa da Moeda, com autoria do escultor José Aurélio, tem o valor de dois euros, sendo que o Banco de Portugal irá colocar em circulação 1,250 milhões, um número menor para coleccionadores (25 mil).
A cerimónia decorreu na sede da Imprensa Nacional -Casa da Moeda na presença dos campeões olímpicos Carlos Lopes (1984) e Rosa Mota (1988), além do presidente do Comité Olímpico e do Comité Organizador dos Jogos da Lusofonia, Vicente Moura, e dirigentes federativos.
Vicente Moura adiantou no final da cerimónia que cerca de 50 por cento da receita da moeda reverterá para a organização dos Jogos da Lusofonia, cuja edição de 2009 prevê um custo de três milhões e meio de euros.
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Terminaram as experiências de aqui haver mais escribas
Ás vezes dou comigo a lembrar-me da reprimenda que um professor meu nos fazia na aula de Sociologia, entre muitas outras frases feitas que ele usava para tipificar comportamentos.Bem sei que as novas tecnologias vieram revolucionar as relações entre as pessoas e bem tenho ouvido falar no despedimento de pessoas via SMS.
Noutro dia, e sem que nada o fizesse esperar, exceptuando uma forte reacção de um leitor assíduo do blogue a comentários de um dos escribas, entendeu o João Pela pedir escusa de aqui continuar pela novas tecnologias, isto é, por SMS, alegando que eu teria dado cobertura a um comentário desse leitor, quando é certo que que nesse dia vi inopidamante a caixa de comentários conspurcada por comemtários não editáveis, nos termos da política aqui seguida de não dar cobertura a comentários contra o Clube e conta quem aqui secreve, sendo certo que me limitei a responder a um comentário correctamente colocado por um leitor assíduo.
De resto, nesse dia e seguintes recebi na caixa de comentários e no mue e-mail pessoal afecto a sete blogue protestos por tal facto ter sucedidio, estranhando-.se ter dado cobertura a tal facto.
Entendo que se uma qualquer relação é interrompida via SMS é porque ela nunca terá sido muito sólida, dado que não permitiu a discussão do assunto.
No caso em epígrafe o leitor que aqui se me dirigiu, fê-lo de modos correctos, pelo que não poderia censurar tal comportamento, antes dando seguimento à sua preocupação.
Olho para a minha caixa de correio e vejo 3 mails pessoais de protesto com observações do género: se não permitiu a publicação daquele tipo de linguagem até agora, porquê aquele tipo de ofensas entre belenenses?
Porque gosto que as coisas sejam claras e também porque preservo a verdade, sendo certo que nunca antes isto aqui aconteceu, doravante se houver algum comportamento desviante é o meu, porque dei por findas as experiências de aqui ter mais escribas que não seja só o signatário.
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PARA QUEM NÃO APETECE...
Hoje não me apetecia escrever nada e logo hoje que o escriba-mor foi de férias.Boas férias para ele porque bem precisa por conta do trabalho desenvolvido que lhe dá a bucha, pelo trabalho desenvolvido aqui, gratuitamente, e com os “altos e assertivos” comentários que vão ficando no congelador como paga. Ainda boas férias recuperadoras para as judiarias que lhe farão por conta da nossa vida mortal.
Dizia eu que “não me apetecia escrever nada”, dispensando os linguístas do errado da expressão e os matemáticos da dupla negação, logo “não escrever nada” é escrever alguma coisa...
Dormi mal, acordei de amíude e estava em pulgas com o jogo da 1ª jornada. Acreditem ou não, para mim hoje era 6ª feira, num café rápido avisei que “hoje era o dia” e tive como troco “vocês estão com uma pressa que até jogam antes dos outros...”, não percebi a expressão ou assumi-a como óbvia, depois de datar vários documentos e chamado à atenção, regredi no meu espaço temporal 24 horas, apercebi-me e questionei-me, como é que eu fiz isto?
Ansiedade?
Esta pré-época deixou-me com sentimentos divergentes, depois da peladinha com o sindicato foi um entra e experimenta como se tivessemos todo o tempo do mundo. Troféus foi o que se viu ou melhor não viu, com o segundo lugar em dois concorrentes, ou seja uma sequência de derrotas para esquecer e desisti de comentar, pela sequência e por auto-controlo imposto para evitar males maiores, afinal eram jogos a feijões e os troféus estavam perdidos.
Vieram jogos de equilíbrio com vitórias sucessivas e pela auto-disciplina evitei tirar a rolha antes que o pior viesse e desde o aflito ao mais ou menos a coisa foi andando. A apresentação foram serviços mínimos.
Daí até agora sobram uns temas interessantes ou nem tanto. Conheciamos o vocabulário das réguas, esquadros, compassos e nível, temas ligados à arquitectura mas regularmente transpostos à maçonaria, nada demais pelo controlo ou direi antes pela direção a que estávamos habituados.
Agora vêm os assobios e a pesca temas por demais afectos ao “Opus dei” que naturalmente está nas antípodas da maçonaria, qual o problema? Andam entretidos... é a lei da alternância.
Não trarei para aqui os pobres de espírito, porque é deles o reino dos céus, nem as ameaças maometanas por conta da “cruz de Cristo” que a Cruz já é pesada à brava sem os ditos.
Para mim que tento interpretar o Belenenses para lá do fio de prumo, esquadro e compasso, a luta é outra e consiste em ver rapidamente ganhar em Matosinhos ao Leixões.
Sem areia nem cimento, isso é que é serviço.
Parece-me ou quero crer que o João Pereira (faz tempo que não falava no homem) tentou redimir-se da asneirada e previligiou as experiências iniciais para consolidar o seu trabalho posterior no qual conseguiu algum êxito. Se assim fôr darei a mão à palmatória por pré-juízos sobre métodos de trabalho que não deixo de considerar estranhos.

Convenhamos que deitar fora troféus com equipas de 3º plano não é de todo agradável para os adeptos (nem para a Dª Ana Linheiro a nossa guardiã das relíquias e historiadora).
Terminada a pré-época e depois das pedras encaixadas vamos lá ver o que produzem e a verdadeira valia do treinador, talvez esteja por aí a minha ansiedade.
Determinei a mim “próprio” e disse-o aqui antes de sabermos o calendário, só fazer uma análise e juízo de valor ao treinador depois do 4º jogo, sem admitir que o saldo por essa altura fosse inferior a 6 pontos.
O desafio está aí para valer e não fui eu que intervi no calendário para pôr o Benfica na 4ª jornada.
Claro que Viana de Carvalho sabe bem que o sucesso de uma época depende dos resultados, tal como todos os dirigentes ou candidatos.
Recordo-me da campanha para o 2º mandato de Cabral Ferreira onde nas bancadas durante os jogos deixou de ser importante o nome do jogador que marcou, para ser substituído por expressões do tipo “isto está mal para a oposição...”, “ a oposição que se cuide”, etc e as afirmações de candidatos derrotados que era missão impossível porque a “bola não parava de entrar”.
Curiosamente os cozinheiros desportivos e financeiros de então, estão lá de braço dado e neles por essa razão eu acredito acima das más línguas, apesar de terem o terreno minado.
Portanto espero que a abertura do campeonato nos sorria para poder comprar o jornal no sábado e ter o meu clube em primeiro lugar, compreenderam?
Vamos a eles...
À CARGA!!!!!
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BRONCA NO GALINHEIRO !!!
Aparece por lá o gajo que toma conta do som no Belenenses ao pé das gajas...
De resto um trabalho da SIC ao nível dos Vices do Restelo... E a organização só é melhor pela quantidade de "gajas" (não vi as do Restelo porque estava na bifana, mas constou-me que valia a pena).
Desculpem lá usar o "cesto do pão" transformado em galinheiro, mas é humor para pagar ao Araújo Pereira !!! Humor grátis !!!
Não esqueçam de ler o post abaixo, isso é que é Belem!
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Em prol do Belenenses
Às vezes este hobby bloguista rouba-nos o tempo e a paciência.Não sou profissional da dita “comunicação social”, escrevo pelo prazer da escrita e muitas vezes na mesma toada com que falo ou alinho idéias à mesa do café. Outras vezes posso aceitar que a minha análise do pormenor é incongruente com o todo e por alerta ou revisão da posição mudo de opinião. Erro como a maioria dos homens, já que as mulheres não são chamadas ao ditado, “errar é próprio do homem”.
Os meus escritos por estas paragens são seguidos diariamente por meio milhar de leitores que naturalmente procuram opinião e não tanto a notícia ou a rebaldaria, quiçá atoarda.
Não perdemos tempo com o acessório e raramente enchemos chouriços. Não serão esses os objetivos ou o propósito. Será talvez de aceitar que nem todos os dias estamos "virados para aí" ou inspirados e isso acaba por se transformar numa "obrigação" para com os leitores sem que dê aquela sensação gratificante de ter escrito algo de novo e útil.
Os comentários são bem vindos e as notas corretoras serão uma mais valia para quem não tem complexos, mesmo a mania de deter a verdade absoluta, sem que isso signifique abdicar da busca honesta, do máximo rigor ou da integridade intelectual.
Será esta a minha filosofia e o meu desígnio. E quando falo em comentários, refiro-me a opiniões convergentes ou diversas sobre o mesmo tema, como aceito intervenções globais onde a mesmo se integra.
Alguns dos meus leitores fazem questão que tentar condicionar ou etiquetar esta ou aquela posição à luz de programas eleitorais ou listas defendidas ou rejeitadas. Trata-se de um erro colossal de apreciação. Nem eu nem o Luís Oliveira defendemos a direção pela via cega, sem espírito crítico ou numa perspectiva de “yes man”.
Temos as nossas opiniões que entre os dois muitas vezes são divergentes, como nem todos os leitores as partilham. Isso não quer dizer que não se conheça outras posições para consolidar a nossa.
Ter votado nesta direção não significa a concordância com todos os elementos que a compõem, nem com o seu programa na íntegra. Porventura se ela não fosse a concurso o voto seria branco ou nulo, mas isso é outra conversa.
Quem me segue regularmente sabe bem a minha divergência com a direção no que se refere linha programática das modalidades ditas amadoras (profissionais) e à sua posição sobre as piscinas. A direção não concorda comigo e vice-versa. Isso não implica que não os respeite e apoie no que entendo correto ou mesmo que não concorde, com aquilo com que se vincularam à partida para que consigam governar em tranquilidade.
De instabilidade e incompetência estamos fartos.
Apoio e dou o benefício da dúvida até ter uma opinião formada. E se essa opinião fôr contra naturalmente sou livre de me manifestar contra ( a nossa lei consagra-o e antes de o consagrar nunca me ensaiei se bem que com cautelas ), quanto mais manifestar a minha concordância com o que acho de positivo.
Fernando Sequeira, também por aqui conhecido por engº das couves, nunca enganou ninguém apesar de ter enganado 90% dos sócios. Mais afoito e mentiroso, com a alcunha de pinóquio, o Barbosa terá feito o equivalente ou pior e isso está para se apurar ou divulgar. Um ponto entre os dois em comum, piraram-se de maneira original, um porque lhe queriam bater e outro por sms.
Mas que queremos afinal do clube?
O clube será dos sócios? Será daquela minoria de 40% que não deixou acabar com o CG? Ou será daquela maioria que ditou Viana de Carvalho para a presidência da direção? Quando se fala de democracia seria bom que esta seja respeitada, sem que isso obrigue a opinião única, mas chega de investidas que em nada abonam para o crescimento do clube.
Alertar para o que está errado ou que pode ser melhorado será um contributo desde que feito corretamente com os fundamentos necessários, diverso serão os juízos de valor tempestivos em função de A ou B que de forma abstrata e quantas vezes anónima nada trazem à discussão.
Vamos lá colaborar no engrandecimento do Belenenses, esse é que é o desafio e só estão obrigados os Belenenses.
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Despesas supérfulas no mundo da fantasia
Não liguem muito áquilo que aqui é escrito, porque como bem devem imaginar, todo e qualquer escriba tem o direito a um momento de alucinação. É o meu caso do dia de hoje. Desculpas apresentadas, sigam as estórias.Isto é tudo um conjunto de estórias do meu mundo da fantasia que rodeiam um clube que até tem o futebol adjectivada de modalidade.
É um clube giro, porque até se dá ao luxo de ser por alguns equiparado a uma grande propriedade com um vasto loteamento. E por falar em loetamento, há quem me tenha feito chegar que alguns houveram que não conseguido lotear aquilo por edil reprovação toca de dar de dar de frosques, porque o máximo objectivo seria atingido.
É um clube onde nesse loteamento são identificadas a existência de quintinhas. Quintinhas dum reino do faz-de-conta.
É um clube que tanto desce à 2ª Divisão do seu país, quer estejam lá jogadores com origem em contratações mais ou menos razoáveis e com pingos da sua cantera, como desce à mesma 2ª Divisão com contratações maciças de jogadores que apenas alguns iluminados conhecem e que de bola apenas conhecem o feitio.
É este o problema desse clube, porque estejam lá os jogadores que tiverem, enquanto tal loteamento desportivo subsistir os problemas estruturais que já existiam, vieram agora a agravar-se.
Isto é dito por mim em relação ao meu Belenenses, mas também é dito e publicado em jornal por quem passou pelo meu Belenenses e ordena que precisaria no dia tal de um campo de treinos para a modalidade dita de futebol com a relva aparada e depois ao lá chegar, para além de não se poder utilizar o do dito campo, porque antes passaram por lá 200 e tal miúdos, a relva não estava aparada e só seria aparada conforme os gostos de quem dela a conserva.
Mas nesse tal clube, que não em rigor no meu Belenenses, sucedem coisas de arrepiar.
Esse clube contrata atletas no estrangeiro a dar com pau.

Tais atletas fazem contratos giros e esse clube aceita, ou aceitava, fazer esse tipo de contratos em que se permite que o bilhte de avião para ir ver a família seja pago pela entidade patronal e seja pago ao preço de compra da semana do embarque. Não sei se pagam a gasolina do carro aos outros, cujos familiares distam uma quaquer distância de carro.
Ora, nesse tal clube, os dirigentes e os atletas até sabem de antemão quando é que costumam haver intervalos na competição, pelo que se tal bilhete fosse comprado entre 3 a 6 meses de distância a poupança por bilhete atingiria qualquer coisa como € 2.000/bilhete/atleta. Multiplique-se isto pelo número de atletas e o número de vezes que eles vão ver a família na travessia oceânica e façam as contas dos desperdícios que têm havido nesse ficcionário clube.
Mas não, para que o atleta se sinta feliz compra-se, ou comprava-se, a preços da semana do embarque. Portanto, qualquer coisa como € 2.500 a 2.000/bilhete/atletaXN atletas. Quanto dá? É só saber quantos atletas estão ou estavam nessas condições.
Esse tal clube, pertence ao reino do meu imaginário, continuo a dizê-lo, pelo que em nada se pode assemelhar a qualquer realidade conhecida ou, na pior das hipóteses, se algum clube houver nessa condições é mera coincidência de um pensamento abtstrato do tipo pensar alto.
Há clubes que são masoquistas. Por exemplo, não aumentam as suas fontes de receita certas e permanentes e todos sabemos que em todos os clubes e associações recreactivas a principal fonte de receita são as quotas dos seus membros. Mas c'al quê! Há clubes que são tão generosos para com os seus membros e estes para com o clube e acham que ele, o clube, vive do ar e não se aumentam quotas. Alguns até abusam, porque criaram um ciclo vicioso de nunca mais aumentarem quotas.
As quotas dizem os entendidos são receitas correntes e servem para co-financiar as despesas de funcioanmento, como numa casa de família: água, luz, gás e até a criadagem, se houver.
Ora, nesse tal clube onde segundo se diz, o dinheiro é algo que não abunda, ainda se dá o caso de se aumentarem os níveis salariais de alguma da criadagem, aumentos estes de fazer corar de inveja qualquer aumento salarial praticado num qualquer país nórdico, no Luxemburgo ou no Principado do Mónaco.

E não só se aumentam esses niveis salariais, como se dá uma carreira a essa criadagem, a qual começa quando eles entraram a contrato a termo para esse tal clube. Não começa agora, mas sim retroage-se aos tempos das calendas gregas.
A julgar pelos aumentos salariais de alguma criadagem desse ficcionário clube, seria suposto que o clube melhoraria qualitativamente a sua estrutura, obteria melhores resultados e aperfeiçoava-se em função dos tempos modernos através da intrioduão de métodos revolucionários de modernização qualitativa do clube. Para meu desgosto, quando chego ao fim da estória, leio que esse clube está na mesma, antes de tais principescos aumentos. Quer dizer, isto é quase como ler o Romeu e Julieta ou ler a o Shakespeare e as suas paixões.
Se isso acontecesse no meu Belenenses, certamente que eu não iria gostar da conversa, tanto mais que este ano e em jeito de "compensação" de perdas salarias dos funcionários públicos em 9 anos seguidos (lá vou ter de aturar o meu co-bloguista JSM...) já o governo é acusado de ir em contra-mão ao aumentar-me em 2,9% num ano de vacas muito magras.
Olhem só se o governo se escudasse no exemplo desse tal clube do mundo da fantasia...estaria eternamente desculpado, vos garanto.
Eu como sou crente da realidade, estou como S. Tomé, oiço essas estórias desse tal clube e como até já fui dirigente desportivo na área financeira do tempo em que o Vasco da Gama de Sines esteve quase para subir à 1ª divisão, recuso-me acreditar, refugiando-me nos contos de Júlio Verne no seu livro a "Viagem ao Centro da da Terra, acreditando que aí encontrarei um clube mais asseado, limpo de anedotas e de maus ( para ser simpático) dirigentes.

A Madeira é um j(J)ardim
Isto no nosso Belenenses é uma tremenda chatice, quando ganhamos.
De repente, os profetas da desgraça acoitam-se debaixo das saias das mamãs.
Escondem-se em becos algo escuros.
Os sabichões da bola, autênticos olheiros netianos, que da realidade sabem nada fogem de mais uma vitória conseguida por um treinador que eles não querem, por alguns experientes e muitos miúdos cheios de genica, por um jogador que está ser eleito este ano como o sucessor de Silas este ano na maldicência permanente: falo do Cândido Costa, como é óbvio.
Depois, SAD também não presta e a grande chatice, como o foi no tempo do Cabral Ferreira, é as bolas estarem semmpre a entrar na baliza dos outros.
Na nossa é que é porreiro para esses sabichões.
Enfim, desde a vitória com o europeu Nacional da Madeira que os dias andam maus para esse tipo de gente que se acoita na condição da arte de mal-dizer em toda a sela...ainda se soubesse calvagar, mas nem num burro sabem andar.
Bom fiquem-se com o AJJ.
O jornal Record de 3.10.2005, trás uma informação que diz que o Maritimo da Madeira tem um orçamento para este ano de 7,5 milhões de euros (Um milhão e quinhentos mil contos ) e o Nacional da Madeira tem um orçamento de 5 milhões de euros (um milhão de contos na moeda antiga).
Só que….
Quem dá este dinheiro a estes 2 clubes é o Alberto Jardim através do Governo Regional da Madeira
Ou seja, este valor é pago com o dinheiro dos nossos impostos.
E é aqui é que a porca torce o rabo!
Como é que se chega a um estado destes é que é inconcebível.
Até que se cortam direitos aos trabalhadores por falta de dinheiro.
Segundo o jornal os orçamentos dos clubes para esta ano são:
PORTO – 60 MILHÕES DE EUROS
BENFICA 25 MILHÕES DE EUROS
SPORTING 20 MILHÕES DE EUROS
MARITIMO DA MADEIRA - 7,5 MILHÕES DE EUROS (pagos com o dinheiro dos teus e meus impostos)
NACIONAL DA MADEIRA - 5 MILHÕES DE EUROS (pagos com o dinheiro dos teus e meus impostos)
BRAGA – 4 MILHÕES DE EUROS
BELENENSES – 3,9 MILHÕES DE EUROS
BOAVISTA 3,8 MILHÕES DE EUROS
GUIMARAES – 3,3 MILHÕES DE EUROS
Os restantes clubes da 1ª divisão são perto de 2,2 milhões de euros de média,
E ainda temos alguns com ordenados em atraso como o caso do Setúbal
É um absurdo os nossos impostos andarem a pagar os ordenados ao Marítimo e ao Nacional da Madeira.
Quando é que acaba a pouca vergonha do AJJ da Madeira andar a gastar o nosso dinheiro no futebol, quando ele faz falta para tanta coisa?
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Escribas de têmpera
Em matéria de escrita o meu percurso passou pela participação em inúmeras colaborações, algumas na juventude sob a alçada do antigo regime, em publicações regionais, técnicas e sociais de diversa índole, chegando a direção e quantas vezes na direção interina. Actualmente sobram-me publicações técnicas esporádicas em revistas de especialidade. Todo o percurso independentemente do cartão legal inerente (hoje pomposamente carteira profissional) sem auferir um tostão e quando há disponibilidade que seja em função da publicação. Prescindo de honorários por princípio porque não é a minha profissão. Julgo conhecer os meandros da arte e distinguir o trigo do joio.
Vem esta confissão pessoal a propósito de Rui Cartaxana recentemente falecido cuja notícia aqui divulguei. Rui Cartaxana como Homero Serpa e poucos outros marcaram uma geração de grandes jornalistas insubmissos procurando uma linha condutora entre o jornalismo notícia com as suas regras e a informação desportiva carregada de emotividade ao sabor das massas.
Jornalistas com J grande independentemente das suas opções clubísticas que deixam saudade.
Um jornal de clube ou um blog dedicado não terá obrigações de isenção e pode ter uma visão unilateral porque essa perspectiva é intrinseca, mas não o será no que se refere à objectividade.
O jornalismo desportivo terá as suas pechas onde o acompanhamento dos clubes em igualdade competitiva são tratados de forma desigual, criando diferenciações que influenciam as prestações. Essas diferenciações começam logo nas redações quando mandam os estagiários ou menos dotados para determinados trabalhos, quando não enfermam por uma submissão aos donos dos jornais.
Neste capítulo basta verificar a qualidade dos escribas colocados de atalaia que contra os mais elementares deveres não conhecem a história do clube que acompanham, não conhecem os seus estatutos, mas chamados a uma qualquer sessão sobre os temas escrevem sem saber exactamente o quê. Claro que depois sai asneira mas isso é outra história.
Um dos jornalistas e há poucos que faz os seus trabalhos de base e de cuja opinião fundamentada sou fã é João Querido Manha.
Tinha preparado uma citação do seu texto publicado no record na Terça-Feira, 28 Julho de 2009 sob o título On the record, mas decidi transcrevê-lo na íntegra por uma questão de contexto.
Não é fácil lutar contra o “sistema” e denunciar o que está errado sem levar rótulos de anti-social ou “más-língua”, o CAS que o diga.
O chamado "off record" foi um dos momentos mais controversos, mas também mais altos, da história deste jornal, chegando a semear o pânico entre alguns abencerragens da deontologia, concubinados com o Sistema em torno dos direitos televisivos, abichando os subsídios do erário público e largas fatias do mercado publicitário das empresas do Estado.
Foi um abanão e peras - como diria o Rui Cartaxana, que sempre usava esta qualidade de "fruta" para superlativar. Mas não chegou para endireitar um mundo subterrâneo que há muito vinha tecendo a imunidade à margem do direito e do respeito e uma teia de dependências e compadrios que vão da criminalidade das claques à colocação de treinadores, bem mais complexas e decisivas do que o fator distrativo e expiatório da Arbitragem.
Perante o paradigma de televisões e intermediários ricos e clubes falidos, o desaparecimento de Rui Cartaxana simboliza o fim de um período romântico, mas muito intenso, em que os jornalistas lutavam com aprendizes de feiticeiro ainda muito aquém da idade do despudor em que vivem na atualidade. Apesar da dureza de alguns momentos, a luta era transparente, quase leal, pela definição dos campos: as malfeitorias, trapaças e negociatas eram tão óbvias que ninguém verdadeiramente se espantou com as revelações das escutas telefónicas do processo Apito Dourado, uma pequena amostra do quotidiano de delinquência e corrupção que o "Record" enfrentou e denunciou ao longo da década de 90.
Mas agora a promiscuidade das relações entre os controladores do negócio, pomposamente apelidado de "comunicação", e a gestão dos clubes de futebol atinge o zénite, fechando um círculo de exclusivismo marginal que, além de atentar contra a liberdade de expressão na forma mais reles e discriminatória, reduz à quase nula eficácia os pequenos nichos de contestação que ainda sobrevivem.
Quase se podia concluir que toda a luta, toda a abnegação e coragem postas no confronto de um adversário tão perigoso foram em vão e que o longo histórico de dezenas de processos e julgamentos por alegado abuso de liberdade de imprensa não terá passado de mera perda de tempo, uma luta desigual contra um monstro que se regenera.
Pouco trabalho e muita prosápia formatam a ilusão de que o desporto mudou e é agora um exclusivo dos que só têm olhos para o que a geração anterior chamava de "coisas bonitas", devendo expurgar (ou não convidar) todos os que resistem e pensam pela própria cabeça. É o princípio de Peter espelhado na preguiça de quem considera politicamente correto que o sucesso ou a consideração se possam catalogar por simpatia ou comprar e vender.
Rui Cartaxana morreu resistindo ao convite tentador de "juntar-se a eles se não os podia vencer", que seduziu muitos outros ao longo deste percurso. Mas sabendo, on the record, que ainda ficam por aqui alguns da mesma estirpe.
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Saíu o Marcelo, ora bolas
Como é que o Marcelo podia marcar golos, se aquilo era só namoro?
O rapaz até cortou o cabelito e meteu uma tatuagem com o nome dela
A Jaciara também meteu o Deco no ombro, mas como é no ombro...
Cá para mim, o Marcelo só não marca mais golos por causa dos telefonemas
E mais, a mocinha deve ter meido o vídeo deles no Youtube para o confundir mais
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Números precisam-se...

Para além do blog e de alguns jornais desportivos que despacho à vez, lá vou atendendo uns telefonemas e recebendo umas sms`s cujo tema é maioritariamente o Belenenses, pior que isso de muito boa gente que está a um passo do Restelo.
Pela Praia da Rocha já me encontrei acidentalmente com três consócios onde trocámos impressões breves e curiosamente nenhum dos habitués por estas paragens. Entre a preocupação sobre a situação do clube, querem saber quem anda a pressionar a direcção ao ponto de vir a público os manifestos de discordância, assunto que já correu aqui e em outros blogues. A este tema reconheço que não sei quem foi, mas se sei o que a casa gasta posso bem apostar num nome para justificar o telefonema para saber o nome/alcunha do autor se isso garantir umas navalheiras ou uns percebes acompanhado de uns finos. Ninguém quer chegar a tanto para meu desencanto. De qualquer modo vou dizendo que duvido muito dos termos divulgados pelo record e na história, o mais certo é determinado inquilino do espaço Restelo, afecto à lista do Barbosa, ligado a uma das modalidades amadoras (não profissionais), acompanhante sistemático do fenómeno futebol, tenha tido a lata de perguntar a Miguel Ferreira sobre o tal investimento “prometido” em voz alta e para a populaça que o mais é dizer que por lá andavam os jornalistas, sem que daí houvesse qualquer intuito de agredir fisicamente ou oralmente o vice-presidente ou administrador da SAD, apenas umas bocas de justificada revolta. À falta de melhor notícia um jornal sintetizou muito do que se vai dizendo num simples episódio.
Neste ponto seria bom notar que tem por aí muito sócio e simpatizante defensor do Barbosa, aliás pela percentagem obtida não é difícil de os encontrar, que não digeriram a derrota para mal deles e do Belenenses. Seria bom que ao menos tentassem perceber acima das simpatias o que é que o cavalheiro lá andou a fazer e para tal seria óptimo que se munissem no programa que o dito alinhavou, descontando aquelas mentiras do não vou, não me candidato, etc, etc.
Seria bom que se percebesse qual a estabilidade financeira que o dito cavalheiro introduziu para deixar os cofres mais limpos que se tivessem sido alvo de uma empregada ucraniana. Talvez fosse melhor saber como é possível uma comissão de gestão ultrapassar o conceito de gestão e tomar iniciativas e decisões que lhes estavam vetadas. Aqui vou só lembrar as que foram sancionadas em sede de AG quando a mesma devia ter-se abstido de as conhecer... enfim consonâncias do Coroado que não ficam bem no domínio da lisura.
Ao ler o record de hoje deparo-me com a medalha de lata por João Paulo ser dispensado a favor de míudos e terei que concordar no merecimento, mas que raio de craques de meia tijela andámos a contratar?
Pelo mesmo meio constato a saída de Marcelo, recém contratado (renovado) com o “meu apoio aqui expresso” com um encaixe de 100 000 euros e pergunto-me se isto é dinheiro, sim porque esta quantia não paga seis meses do Nelson Soares pelo que me chegou recentemente, a bendizer com encargos deve dar para uns 4 meses e quem permitiu estas e outras brincadeiras, adivinhem?
É por estas e por outras que quando ouço uma conversa resvalar para mamões, não remunerados, etc fico sem vontade de continuar.
Seria bom fazer um levantamento do que determinadas pessoas lá andaram a fazer meste último ano e meio antes de abrir a boca.
E mais não digo antes que seja censurado (lol), mas se alguem quiser colocar os “verdadeiros” números em comentário identificado e urbano, está à vontade...
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Belenenses indignado com artigo do jornal "Público" sobre festival Super Rock

Notas Prévias:Mal do visado por esta notívcia num dos mais importantes jornais da nossa praça, o Expresso, o qual com toda a sua carga deita por terra qualquer bonifácio, o qual a esta hora já deve estar mais que arrependido de ter metido os pés no Restelo.
Já suspenderam um programa de rádio onde o fulano falava.
Vai estra mau para o cavalheiro, sendo mais uma odiar-nos.
Já agora, e porque gosto da voz da Duffy, deixo-a aqui, não voltada de cu, como o crítico de música fez no público, mas de frente, porque até tem uma presença agradável em palco.
Um texto publicado no jornal "Público", com a crítica aos concertos do festival Super Bock Super Rock (SBSR) no estádio do Restelo, criou uma polémica entre o Belenenses, os organizadores do SBSR e o referido diário.
O clube emitiu um comunicado, na segunda-feira, chamando "manso" ao cronista, depois de este ter dito que "o povo esteve manso [durante os concertos]", enquanto o jornal, no editorial de ontem, pediu desculpa ao clube do Restelo.
O Belenenses divulgou a carta enviada para o director do jornal "Público ", através do seu site oficial, manifestando "a sua profunda indignação". Segundo o clube lisboeta, o artigo em causa - com o título "Festival sem festa" -, "vem carregado de ofensas a todos os que sentem 'Os Belenenses' como um clube com tradições no panorama desportivo português".
Frases como: "toda a gente que segue futebol com um mínimo de regularidade conhece a constante nudez quinzenal do Estádio do Restelo. O Belenenses joga e há duas dezenas de velhinhos nas bancadas, nem uma palha bule, é um sossego", ou "foi a festa possível e foi escassa como os fins de tarde futebolísticos no Restelo costumam ser", irritaram profundamente a direcção do clube da Cruz de Cristo e os seus associados, tal como os comentários ao artigo online deixam facilmente perceber.
A carta não poupa o autor da crónica, intitulando-o de "cobarde" e "manso". "De uma coisa estamos certos: ao escrever como escreveu, ofendendo quem foi ao festival e os que se deslocam ao estádio, sem os enfrentar, João Bonifácio não foi corajoso (bravo, portanto), antes refugiou-se na liberdade que o senhor, enquanto director do Público lhe dá para escrever. Foi por isso, cobarde. Manso", lê-se no texto da missiva.
As bandas que actuaram no dia 18 de Julho, The Walkmen, Brandi Carlile, Mando Diao, Duffy e The Killers também não foram poupadas pelo cronista.
O Expresso contactou João Bonifácio, que não se manifestou disponível para fazer comentários sobre esta polémica.
No editorial de ontem, Nuno Pacheco fez um pedido de desculpas em nome do jornal. "(...) o Belenenses, pela sua história, actividade e prestígio, merece um público e sincero pedido de desculpas", pode ler-se no texto.
Programa radiofónico suspenso
Entretanto, o programa do "Ípsilon" - caderno do jornal "Público" onde foi publicado o referido artigo - na rádio Oxigénio, foi suspenso. A estação de rádio pertence a Luís Montez, que também é sócio da 'Música no Coração', organizadora do SBSR.
Será pura coincidência? Luís Montez garante ao Expresso que a suspensão do programa já estava "prevista". "Não teve nada a ver com as críticas ao festival. Este espaço de divulgação do 'Ípsilon' existe há algum tempo, mas com a grelha de Verão estamos a substituir alguns programas de 'conversa' por música. Vai retomar em Setembro", afirma.
O responsável pela Oxigénio refere ainda que existe outro jornalista do "Público" com um programa na rádio, que "não foi cancelado".
"Continuo a ter negócios com o 'Público', compro lá publicidade [de promoção a concertos e festivais organizados pela 'Música no Coração'], e já estou habituado a ler críticas negativas a concertos. Não era agora por causa deste texto que ia mudar a minha atitude para com o jornal", assegura Luís Montez, enquanto sócio da 'Música no Coração'.


7:00 da tarde




































