Sinto-me envergonhado
Notas Introdutórias:Aquando Caso Mateus, Cabral Ferreira tomou as rédeas do assunto e minuto a minuto, socorrendo-se de todas as ajudas possíveis e imaginárias, tendo-me dito, inclusivé, que o ajudei bastante no âmbito das minhas reflexões prestadas desinteressadamente neste blogue sobre o caso, sendo certo que ía a tudo quanto era sítio para fazer vingar a tese do Belenenses (Liga, PGR, FPF, etc. e etc.).
O que ora se verifica, foi de um amadorismo atroz que deixou o nome do Clube na lama.
Que é que o Nélson Soares lá faz, face ao ordenado de príncipe que recebe?
Só reage por impulsos? Não tem iniciativa? Têm de lhe dizer como é que se fazem as coisas ou devia ser ele, na qualidade de advogado/técnico qualificado, que diria: não, isto é assim, porque não pode ser de outra maneira.
Tendo sido feito da maneira como foi, que é que podemos esperar para o futuro?
É admissível que Barbosa possa não conhecer a forma de apresentar recursos, mas o mesmo não se pode passar com um advogado, e bem sei do que falo, porque para além de ter lidado com vários, co-patrocinei o tirocínio do que me prestou durante anos assessoria jurídica
A reacção dos dirigentes do Belenenses à supreendente decisão do CJ da FPF foi, no mínimo, hilariante para o comum dos cidadãos e será certamente um acentuar de que andamos de calças na mão e a mão a pedinchar.
É admissível que Barbosa possa não conhecer a forma de apresentar recursos, mas o mesmo não se pode passar com um advogado, e bem sei do que falo, porque para além de ter lidado com vários, co-patrocinei o tirocínio do que me prestou durante anos assessoria jurídica
A reacção dos dirigentes do Belenenses à supreendente decisão do CJ da FPF foi, no mínimo, hilariante para o comum dos cidadãos e será certamente um acentuar de que andamos de calças na mão e a mão a pedinchar.
O andarmos de calças na mão é revelado pelo facto de os dirigentes do meu Clube terem ordenado ao speaker de serviço para que pedisse aos associados do Belenenses uma salva de palmas ao Pinto da Costa, coisa inaudita nos anais de relacionamento entre os dois clubes.
De lá, em termos de jogadores, nada recebemos, ainda vemos os nossos adversários directos deste ano serem alimentados por vagas sucessivas de empréstimos de jogadores.
Vemos, inclusivé, uma situação de excepção gerado no Amadora para que este recebesse um jogador do Porto para que lá possa rodar, situação de excepção essa que fez suspender em 1 minuto a impossibilidade o Amadora inscrever jogadores por efeitos de dívidas e, mesmo assim, o Pinto da Costa conseguiu livrar-se do jogador.
O Vitória de Setúbal tem meia equipa do Porto, nesta altura, muito provavelmente, à falta de pagamentos por parte da SAD do V. de Setúbal, será o Porto a arcar com a totalidade das desepsas dos salários dos seus jogadores.
João Barbosa diz ter sofrido pressões para não chatear muito quer a organização da taça da liga, quer os patrocinadores.
Aliás, isto mesmo antevi eu aqui aquando do surgimento da questão de à Carlsberg interessar mais o Vitória de Guimarães que o Belenenses.
O nosso prestígio está, assim, reduzido pelas ruas da amargura e de forma muito subserviente ao poder do FC Porto, a quem eu, enquanto viver, igualo em relação oa comportamenbto dos outros 2 grandes no que a nós se refere.
Há por aí um grupo de associados que contesta termos ou não emprestados desses clubes e eu agora interrogo-os directamente que é que é pior: se este tipo de suberservência, se termos determinados jogadores desses clubes?
Optaria, caramente, por exemplo, por ter nas fileiras do plantel um Bruno Gama e um Leandro Lima a ter de bajular as botas do Pinto da Costa.
Qunado foi colocada a questão depodermos receber o Adriano, li algumas inteligências recusarem o Renteria por ser inferior ao Adraino.
Pois é, mas vai marcando golos pelo Braga.

Mas como pensamos que somos ainda um doa 4 grandes, toca de pensar grande e agindo da forma mais pequena que existe: a subserviência sem nada em troca.
Depois, e na ladainha para consumo interno, João Barbosa lá vai dizendo que eventualmente pode recorrer aos tribunais civis.
Caramba, se ele quisesse ou tivesse força para tal, não diria que pensa recorrer, antes ía preparado já com o anúncio formal do recurso aos tribunais civis. Tal e qual o Fiúza o fez e, pelos vistos, ainda vai receber algum da Liga.
Mas lá está se lhe chegar mais uma chamada telefónia para ficar quieta, senão acontece o frito e o cozido, ele arregaça as calças e diz "Yes, mister". E depois, ainda são capazes de lhe recordarem que temos por lá um Coroado de má recomendação.
Estas nódoas de forma notória e pública deixam marcas para todo o sempre no nosso relacionamento com os dirigentes do futebol. Resta a descredibilização.
Se mais ninguém se sente envergonado com as divergentes declarações públicas dos responsáveis da SAD, eu sinto-me.
Se mais ninguém manda calar aquelas almas, então alguém terá de os fazer calar.
Eles quiseram servir à viva força os destinos do Clube nesta fase de transicção até ás eleições, pois bem que façam o resto que lhes falta cumprir de forma elegante e civilizada, prsetigiando o Clube que eles jurarm defender.Não lhes peço que o façam com inteligência, porque seria pedir muito, mas que o façam condigamente com o prestígio do Clube e de asociados que não se revêem na forma como o Clube está a ser gerido.
E nem é preciso recordar que se eles setão a ocupar os cargos que ocupam se deve a mais uma distração de Coroado a sancionar a sua eleição de forma ilegal.
Etiquetas: Clube, Época 2008/09, SAD, Taça da Liga


12:00 a.m.


































